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Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo autoriza apoio para viabilizar a FIT Pantanal 2026

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O Conselho Estadual de Desenvolvimento do Turismo (Cedtur) aprovou a utilização de recursos do Fundo Estadual de Desenvolvimento do Turismo (Funtur) para viabilizar a Feira Internacional de Turismo do Pantanal (FIT Pantanal 2026). A decisão foi tomada durante a 7ª Reunião Ordinária do colegiado, realizada nesta terça-feira (10.3).

A edição de 2026 da FIT Pantanal ocorrerá entre os dias 3 e 7 de junho, com o tema “FIT Pantanal 2026 para o Brasil e o Mundo”. O evento tem como objetivo promover e divulgar os produtos turísticos de Mato Grosso, fortalecendo o setor e movimentando diferentes segmentos da cadeia produtiva do turismo, como gastronomia, artesanato, agricultura familiar e cultura.

A programação da feira está estruturada em dois eixos principais: exposição e encontro de negócios. Na área de exposição, estão previstas atividades como a ExpoFIT, feira do artesanato, feira da agricultura familiar e praças festivas. Já o eixo de negócios contará com rodadas nacionais e internacionais, fóruns temáticos, arena de apresentações e cozinha show.

Considerada estratégica para o desenvolvimento do turismo no estado, a FIT Pantanal tem se consolidado como um espaço de geração de oportunidades e fortalecimento do setor. Na edição de 2025, as rodadas e prospecções promovidas durante o evento resultaram em cerca de R$ 35 milhões em negócios, representando um crescimento de 105% em relação ao ano anterior.

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Além de fomentar o ambiente de negócios, a feira também amplia a participação de municípios e instituições ligadas ao turismo. O evento reúne prefeituras, gestores públicos, empreendedores e representantes de diferentes setores que atuam na promoção do turismo em Mato Grosso.

A FIT Pantanal é considerada o maior evento do setor nas regiões Centro-Oeste e Norte do país e se consolidou como uma das principais referências para o desenvolvimento do turismo em Mato Grosso. Segundo a secretária adjunta de Turismo da secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), além de promover destinos e oportunidades de negócios, o evento também amplia a visibilidade de segmentos que compõem a base da atividade turística, como o artesanato e a agricultura familiar.

“Mais do que um evento de promoção de destinos, a FIT Pantanal é um espaço estratégico para consolidar o turismo como atividade econômica em Mato Grosso. A feira conecta empresários, gestores públicos e empreendedores, gera oportunidades de negócios e fortalece toda a cadeia produtiva do turismo. Além disso, é uma vitrine importante para a agricultura familiar e para o artesanato, que fazem parte da base da experiência turística, e também para os municípios, que têm a oportunidade de apresentar seus atrativos e potencialidades ao público e ao mercado”, destacou.

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A expectativa para a edição de 2026 é receber cerca de 100 mil visitantes ao longo dos cinco dias de programação, consolidando o evento como um dos principais espaços de promoção do turismo e de estímulo à geração de emprego e renda no estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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