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Com apoio de imagens do Vigia Mais MT, polícia recupera duas motos furtadas e prende três pessoas

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Com o auxílio das imagens do programa Vigia Mais MT, duas motocicletas com registro de furto foram recuperadas e três pessoas presas em ações distintas realizadas em Várzea Grande, entre os dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2026.

No primeiro caso, ocorrido no dia 1º de fevereiro, por volta das 15h35, uma câmera com sistema de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR), instalada na Avenida Chile, sentido rotatória do Posto Papito, identificou a passagem de uma motocicleta Honda NXR 150 Bros, de cor prata, com registro ativo de furto. A partir da informação, as guarnições foram acionadas e realizaram a abordagem nas proximidades do local, resultando na prisão de três suspeitos. A motocicleta havia sido furtada minutos antes nas imediações do Trevo do Lagarto.

Em outra ocorrência, registrada no dia 31 de janeiro, às 15h04, uma motocicleta Honda CG Fan 160, de cor branca, furtada na lateral de um shopping em Várzea Grande, foi identificada por uma câmera OCR instalada na Avenida 31 de Março. A informação foi repassada às equipes policiais, que localizaram o veículo no bairro Cristo Rei e efetuaram a condução do suspeito à delegacia.

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Em ambas as situações, os envolvidos e as motocicletas recuperadas foram encaminhados à Delegacia da Polícia Judiciária Civil para as providências legais cabíveis. As ações reforçam a eficiência do Vigia Mais MT como ferramenta de apoio às forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais no Estado.

O Vigia Mais MT

Até o momento, 130 municípios aderiram ao Vigia Mais MT e 19.900 câmeras foram entregues. Desse total, 15.900 estão em operação no Ciosp (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública), enquanto as demais se encontram em fase de instalação.

*Sob Supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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