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Cinco pessoas são detidas pela PM em flagrante por associação criminosa, tráfico e porte ilegal de arma

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Dois adolescentes, de 15 e 17 anos, foram apreendidos e outros três homens presos, nesta quinta-feira (28.11), por policiais militares da 11ª Companhia Independente, em Colniza, suspeitos por associação criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

As equipes apreenderam, ainda, uma pistola, cinco porções de cocaína, maconha e pasta base, cinco aparelhos celulares, três balaclavas, quatro lanternas, uma arma de choque e dez caixas de fogos de artifícios.

Um dos suspeitos é envolvido em um caso de sequestro e cárcere privado que ocorreu na última segunda-feira (25.11), em que três pessoas teriam sido rendidas e ameaçadas por uma quadrilha que exigia uma arma de fogo. Após ação criminosa, uma das vítimas conseguiu fugir e pedir ajuda.

Já nesta quinta, os militares receberam diversas denúncias de que usuários de drogas estariam vendendo entorpecentes em uma casa localizada na Rua Padre Ezequiel Ramin. Os suspeitos seriam todos integrantes de uma organização criminosa no município.

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Imediatamente, as equipes se deslocaram até o endereço e flagraram um homem armado, que estava na porta do imóvel e que tentou correr com aproximação das equipes. Após ser abordado, os policiais encontraram ainda com ele algumas porções de maconha.

Diante do flagrante, os militares realizaram buscas no imóvel e flagraram outros integrantes da quadrilha, que também tentaram se esconder dos policiais. Em buscas pelo local, os policiais recolheram cinco aparelhos celulares, três balaclavas, quatro lanternas, uma arma de choque e dez caixas de fogos de artifícios.

Os suspeitos e os materiais apreendidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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