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CGE lança guia para auxiliar na construção dos planos de integridade

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A Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) publicou esta semana o guia “Agente de Integridade: Construindo o Plano de Integridade”, com o objetivo de instruir e auxiliar os órgãos e entidades do Poder Executivo.

“A publicação traz um passo a passo para que os agentes possam ter um roteiro no planejamento e execução do plano de integridade neste momento de construção e implementação”, explicou o superintendente de Avaliação e Consultoria em Integridade e Compliance, Cristhian Pizzato.

Embora tenha como foco principal o agente de integridade, o guia também pode ser usado por todos servidores envolvidos no processo, especialmente os que atuarão nos grupos de riscos e membros da alta gestão.

“Incluímos um compilado de informativos, publicações, modelos e boas práticas, sugerindo até uma trilha de aprendizagem sobre riscos e integridade que estão disponíveis gratuitamente”, pontuou a auditora Deuzi Cristini da Cunha.

Para o auditor da CGE, Rodrigo Amorim, apresentar o processo de construção do plano de integridade é fundamental.

“O guia serve como principal referência para o agente, indicando o que ele deve fazer, onde pode buscar mais conhecimento e, especialmente, toda a lógica do programa de integridade. Além disso, oferece ferramentas para a construção do plano e a estratégia que pode ser adotada por cada órgão ou entidade no fortalecimento dos seus mecanismos de integridade”, disse.

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  • Para acessar o documento, clique aqui
Guias e materiais de trabalho

Além do Guia do Agente de Integridade, a CGE mantém na página diversos materiais que podem ser utilizados pelos agentes, comitês e grupos de gestão de riscos, como também os servidores e cidadãos que desejam entender a dinâmica do Programa de Integridade.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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