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Celulares e entorpecentes são apreendidos com visitantes em unidades prisionais

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Mais uma etapa da Operação Tolerância Zero contra Facções Criminosas realizada neste fim semana, em unidades prisionais de Mato Grosso, resultou na apreensão de celulares e entorpecentes, entre outros materiais ilícitos que iam parar nas mãos de presos.

Na Penitenciária Central do Estado, os policiais penais flagraram, neste sábado (15.3), durante procedimento de segurança na entrada de visitantes na PCE, uma mulher tentando entrar com porções de cocaína que seriam entregues a seu companheiro preso.

Ela passou pela revista no escâner corporal que apontou imagens de um invólucro na região genital que continha cocaína. A mulher foi encaminhada à Central de Flagrantes da Polícia Civil em Cuiabá, onde foi interrogada e autuada em flagrante pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Barra do Garças

Ainda no sábado, policiais penais da unidade prisional de Barra do Garças conduziram uma visitante para exame clínico após a suspeita de que ela estaria com aparelho celular escondido no corpo e tentaria entrar com os materiais na cadeia.

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Após um exame de raio x, foi identificado que a mulher transportava no corpo dois smartphones, quatro carregadores, oito cabos USB e medicamentos. Ela foi encaminhada à central de flagrantes da 1a. Delegacia de Barra do Garças.

Centro de Ressocialização de VG

A operação de revista geral realizada na sexta-feira (14) na unidade prisional de Várzea Grande apreendeu seis celulares e a carcaça de outro aparelho, 13 carregadores, 11 cabos USB, porções de maconha e três barras de ferro.

A revista contou com apoio operacional dos alunos do Curso de Formação da Academia da Polícia Penal e equipes do SOE, Grupo de Intervenção Rápida e do canil penal.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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