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Cavalaria da Polícia Militar celebra 13 anos de criação com Operação Centauro

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Em comemoração aos 13 anos de criação, o Regimento de Policiamento Montado da Polícia Militar de Mato Grosso – Cavalaria, deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.04), a Operação Centauro, com objetivo de intensificar o policiamento ostensivo e preventivo na região central e no Porto, de Cuiabá.  

A ação contará com pontos de bloqueios em locais estratégicos nas áreas urbanas e comerciais, com foco na atuação incisiva em abordagens buscas e checagens e, consequentemente, prisões em busca da garantia da ordem e redução da criminalidade, como crimes de roubos, furtos e tráficos de drogas. De acordo com o comandante da Cavalaria, tenente-coronel Walmir Barros Rocha, esse reforço do policiamento é ainda mais especial devido a celebração dos 13 anos de criação e de serviços prestados da unidade à população cuiabana. 
 

“Tradicionalmente já realizamos constantemente o policiamento ostensivo montado na área central, comercial e urbana, de Cuiabá e Várzea Grande, mantendo assim a garantia da segurança e ordem pública nas regiões de maior fluxo de pessoas e locais que apontam maiores índices criminais. Essa operação é ainda mais especial, pois comemoramos mais um ano de efetividade na Capital”, afirmou. 

O tenente-coronel Rocha ainda destacou que um dos diferenciais do policiamento ostensivo montado é a maior flexibilidade no trânsito. Outro ponto é o fato de que, por estar mais alto,  o policial tem um campo de visão maior do que quem está a pé ou dentro de uma viatura.
 
“O conjunto cavalo e cavaleiro são treinados diariamente para lidar com as mais diversas situações de emprego, oferecendo maior técnica e capacidade de resposta em qualquer que seja a missão, proporcionando uma vantagem significativa em operações de patrulhamento e controle de distúrbios”, ressaltou. 

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Atualmente, a Cavalaria conta com 60 policiais militares em Cuiabá. Além do trabalho de policiamento tático e ostensivo, a unidade especializada desempenha um importante papel social que aproxima a população da Polícia Militar, com os projetos de equoterapia, que já atendeu mais de 500 famílias, rondas escolares e visitação ao Hospital de Câncer de Mato Grosso. 

“A integração polícia e sociedade é muito importante para segurança pública. Esses projetos representam formas inovadoras e eficazes de promover a reabilitação física, emocional e social de pessoas com necessidades especiais. A interação terapêutica com os cavalos proporciona benefícios tangíveis, como melhora da postura, equilíbrio, autoconfiança e interação social, além de oferecer conforto emocional e apoio sensorial em ambientes hospitalares”, ressaltou. 

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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