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Casa Silva Freire oferta oficinas de experimentação poética ministradas por Nicolas Behr

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A Casa de Cultura Silva Freire está com inscrições abertas para as oficinas de Experimentação poética, que serão conduzidas pelo poeta Nicolas Behr, neste sábado (27.9).

Distribuída em duas turmas, uma das 9h às 12h e outra das 15h às 18h, a formação integra as ações mantidas pela instituição cultural com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo formulário online disponibilizado neste link. As vagas são limitadas.

As oficinas têm como propósito estimular o contato direto do público com a poesia em sua dimensão prática e inventiva. Mais do que escrever versos, os participantes serão convidados a experimentar processos criativos que ampliam o olhar sobre o cotidiano, a cidade e a palavra.

O ministrante Nicolas Behr nasceu em Cuiabá em 1958 e se mudou ainda jovem para Brasília, cidade que se tornaria tema central de sua obra poética. Poeta marginal, destacou-se na década de 1970 ao publicar de forma independente e artesanal seus primeiros livros produzidos em mimeógrafos e vendidos de mão em mão.

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Com linguagem coloquial, crítica e irônica, Behr construiu uma poética profundamente ligada ao cotidiano urbano e ao Cerrado. Mesmo sendo poetas de diferentes gerações, Behr reconhece a influência de Silva Freire em sua escrita.

“Todos os poetas dialogam, são confluentes e se influenciam em maior ou menor grau”, afirma. Na memória, contudo, uma lembrança de outros tempos: “Conheci Silva Freire quando era adolescente, lá pelos 13 anos. Me lembro de um episódio em que peguei carona com ele”, lembra.

Para Behr, a Oficina de Experimentação Poética oportuniza a troca e aprendizado mútuos.

“É sempre muito enriquecedor. É uma troca: ao mesmo tempo em que se compartilha, se aprende. E é também uma oportunidade para o poeta rever o próprio processo criativo”, reflete.

A Casa Silva Freire

A Casa Silva Freire é uma associação sem fins lucrativos apoiada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (Minc) e Ponto de Memória pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

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Além das atividades mensais, a CSF recebe o público semanalmente em visitas mediadas: todas as quartas-feiras, das 12h às 18h. As visitas podem ser agendadas pelo telefone (65) 98127 3268 ou pelo e-mail [email protected]. A instituição está localizada na Rua Cândido Mariano, nº. 707, Centro Histórico, Cuiabá.

Serviço
Oficinas de Experimentação Poética com Nicolas Behr
Data: Sábado (27.9)
Horários: 9h às 12h (turma 1) | 15h às 18h (turma 2)
Inscrições gratuitas: aqui

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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