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Câmara Municipal de Cuiabá adere ao programa Vigia Mais MT para instalação de câmeras de monitoramento

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A Câmara Municipal de Cuiabá aderiu ao programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). O termo de adesão foi assinado, nesta segunda-feira (05.02), pelo presidente da Casa, vereador Chico 2.000. Na ocasião, foram retiradas 15 câmeras de videomonitoramento para garantir a segurança das vias públicas da região.

“O papel da Câmara é contribuir para que se garanta a segurança do cidadão, daqueles que nos visitam, daqueles que passam no entorno. Em razão disso, aderimos ao programa. A Câmara Municipal de Cuiabá agora tem segurança com o Vigia Mais MT”, destaca o presidente.

A instalação dos dispositivos no local é estratégica para o monitoramento região central da cidade, colaborando para a prevenção e repressão de crimes na área, e oferecendo maior segurança para a população que passa pelo local. O programa já possui resultados em ações operacionais de polícia ostensiva e de investigação em todo o Estado de Mato Grosso.

O superintendente do Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), delegado Cláudio Álvares Sant’Ana, ressalta a importância da adesão feita pela Câmara Municipal como um incentivo para outras instituições adquirirem ao Vigia Mais MT. “Que esse ato com o presidente, com toda a Câmara de Vereadores de Cuiabá, sirva de reflexão para os demais entes públicos e privados também aderirem ao programa e colaborarem no combate à criminalidade”.

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Entre os 15 equipamentos adquiridos, estão 13 câmeras fixas, uma speed domes e uma OCR, que permite a leitura de placas de veículos. Além delas, são entregues dispositivos switches, que contribuem para a transmissão de dados, nobreaks, que garantem o funcionamento em picos de energia e protegem os dispositivos, e armários de proteção de cabeamento que evitam roubos e furtos.

Vigia Mais MT

O programa Vigia Mais MT já está habilitado em 116 dos 142 municípios de Mato Grosso, além de entes públicos e privados. Ele está previsto na lei n° 11.766/2022, proposta pelo governador Mauro Mendes, e tem o objetivo de ampliar a capacidade de monitoramento e modernizar as ações das forças de segurança pública, podendo ter câmeras instaladas em locais voltados para áreas de interesse público (ruas, avenidas, praças, e espaços que garantem a segurança coletiva).

O chefe de gabinete da Sesp, tenente-coronel PM Waldiley Alencar Taques do Valle Junior, explica que a Sesp trabalha fornecendo os equipamentos de segurança e a plataforma de monitoramento de imagens do programa, enquanto os parceiros colaboram com a instalação e manutenção dos equipamentos, tornando a operação viável.

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“Nós tínhamos a expectativa de desenvolvimento do programa durante alguns anos. Mas em um ano, praticamente todos os municípios já estão aderidos ao Vigia Mais MT. Nós temos uma grande adesão no interior do estado, com cidades pequenas, e isso facilita muito, porque com a luz das imagens, o policiamento já tem uma facilidade de identificação dos cidadãos daquele município”, finaliza.

Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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