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Bombeiros socorrem mãe e bebê após parto inesperado em casa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) prestou atendimento, nesta quinta-feira (3.4), a uma mulher e seu recém-nascido após um parto de emergência em sua casa, no bairro Jardim Shangri-lá, em Tangará da Serra (a 252,6 km de Cuiabá). Tanto a mãe quanto o bebê passam bem.

A equipe da 3ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (3ª CIBM) foi acionada por um vizinho da parturiente, que se dirigiu ao quartel para pedir ajuda. Ele relatou que a gestante estava sozinha em casa e que o bebê estava prestes a nascer.

Diante da urgência, os bombeiros militares seguiram imediatamente para a residência e encontraram a mulher, de 27 anos, dentro do banheiro, já com o recém-nascido nos braços. Ela contou que estava em seu quinto parto e não imaginava que o nascimento aconteceria naquele momento. Mesmo sentindo dores, decidiu tomar banho, instante em que sua bolsa rompeu e o bebê nasceu.

A equipe de resgate prestou os primeiros atendimentos, envolvendo o recém-nascido em uma manta térmica e avaliando a saúde da mãe. Após os procedimentos iniciais, ambos foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.

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Para o cabo Admilson, que auxiliou no atendimento, a experiência foi inesquecível. “Foi surreal presenciar o dom da vida”, declarou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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