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Bombeiros extinguem incêndios em residências nos municípios de Confresa e Cáceres

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atendeu duas ocorrências de incêndio em residências, registradas neste sábado (23.5), nos municípios de Confresa (a 1.058 km de Cuiabá) e Cáceres (a 218 km da capital).

Em Confresa, o 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionado por volta das 15h54 para conter um incêndio em uma residência localizada no Setor Babinski, nas proximidades do quartel dos bombeiros.

O solicitante compareceu presencialmente ao quartel e relatou o fogo na casa de sua vizinha. Prontamente, os bombeiros se deslocaram até o endereço indicado e, ao chegarem, encontraram uma forte presença de fumaça no quintal da residência.

A equipe realizou o isolamento da via e o desligamento do padrão de energia do imóvel. Em seguida, iniciou a atuação para controlar as chamas. Foram montadas três linhas de combate, priorizando a ação no fundo da residência, onde o incêndio começou, em uma área utilizada como despensa. A rápida atuação dos militares evitou que o fogo se propagasse para outros cômodos da casa.

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Após a extinção das chamas, foi realizado o trabalho de rescaldo, que consiste na eliminação de possíveis focos remanescentes. Não houve registro de vítimas.

Já em Cáceres (a 218 km de Cuiabá), a 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM) foi acionada para atender uma ocorrência de incêndio em uma residência localizada no bairro Jardim União.

Ao chegar ao local, a equipe constatou que o fogo atingiu uma edificação de madeira localizada nos fundos da residência principal e que o incêndio já havia sido parcialmente controlado por terceiros antes da chegada dos bombeiros.

Segundo relato da solicitante, que se encontrava em frente à residência no momento do ocorrido, foram ouvidos barulhos vindos da edificação atingida. Diante da situação, ela acionou um conhecido, que compareceu ao local e auxiliou no combate inicial às chamas.

Ainda permaneciam focos de calor e brasas em elementos estruturais da edificação, como ripões, vigas do telhado e tábuas das paredes, o que exigiu rápida atuação da equipe para evitar a reignição do fogo. Para eliminar os riscos, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo com o uso do mangotinho da viatura, garantindo o resfriamento completo da estrutura e a extinção total dos focos remanescentes de calor.

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Durante a ação, os bombeiros efetuaram o desligamento da energia elétrica diretamente no padrão da residência, com o objetivo de garantir a segurança da operação.

A Polícia Militar esteve no local, prestando apoio e realizando a segurança da área. Ninguém ficou ferido.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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