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Batalhão de Trânsito da PM aumentou em 29% número de notificações nas rodovias estaduais

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O Batalhão de Polícia Militar Trânsito Urbano e Rodoviário de Mato Grosso (BPMTran) aplicou 49.881 notificações em condutores nas rodovias estaduais em 2023. O número é 29% superior em relação ao ano anterior, quando foram registradas 39.643 notificações de trânsito. A unidade especializada ainda realizou 871 ações de apoio, capacitação e operações, com o objetivo de intensificar o policiamento no estado.

O comandante do BPMTran, tenente-coronel, Adão César Rodrigues da Silva, afirmou que esse aumento representa um conjunto de ações dos policiais militares por um trânsito mais seguro e policiamento no perímetro urbano e rural das rodovias estaduais.

“O aumento das notificações se dá pelo trabalho diário dos policiais militares do Batalhão de Trânsito em ações de fiscalização desde uma blitz, uma barreira ou um patrulhamento de rotina. Infelizmente, ainda há muitos condutores que desrespeitam as mais simples regras de trânsito, que colocam a sua vida e a dos outros em risco”, pontuou.

Ao todo, 57.371 veículos foram abordados e 1.165 pessoas foram presas em flagrante por algum tipo de infração de trânsito, no ano passado. Os principais delitos são a falta de uso de cinto de segurança, ultrapassagens indevidas, dirigir com celular em mãos, transportar crianças de maneira insegura, entre outras ações contrarias às legislações de trânsito.

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De acordo com balanço anual, a equipe registrou 13.569 teste de alcoolemia, 971 motoristas foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, 255 se recusaram a fazer o teste e 470 condutores foram presos por embriaguez ao volante.

Ainda conforme as estatísticas apresentadas, os PMs recuperaram onze veículos, apreenderam 35 munições e retiraram seis armas de fogo de circulação. As equipes ainda registraram 1.794 acidentes no perímetro urbano, 197 rodoviário e 14 mortes.

A maioria das ações ocorreu nas rodovias que passam pela Baixada Cuiabana: MT-251, que liga a Capital a Chapada dos Guimarães, Helder Cândia (MT-010/Estrada da Guia), Palmiro Paes de Barros (MT-040), que liga Cuiabá ao município de Santo Antônio do Leverger), assim como na MT-130, no entroncamento entre as cidades de Primavera do Leste e Rondonópolis.

O comandante do BPMTran, tenente-coronel, Adão César Rodrigues da Silva, destaca que a Polícia Militar realiza o policiamento ostensivo geral a pé, motorizada e montada, em lugares urbanos e de forma escalonada, visando manter a ordem pública e garantir a segurança da população mato-grossense.

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“Tivemos um saldo bastante positivo com relação à produtividade no ano passado e esse trabalho só foi possível graças ao empenho, preparo e dedicação dos policiais militares e também devido aos inúmeros investimentos por parte do Governo do Estado com entrega de viaturas, armamentos e equipamentos. O BPMTran é referência nacional no serviço de motopatrulhamento, escolta e batedor, que é motivo de orgulho da nossa instituição”, ressalta tenente-coronel.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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