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Batalhão Ambiental promove gincana entre alunos das escolas Tiradentes e Dom Pedro II

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Em comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente, o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), promoveu, nesta segunda-feira (05.06), uma gincana entre as escolas militares Tiradentes, da Polícia Militar, e Dom Bosco II, do Corpo de Bombeiros. Ao todo, 120 alunos do 2º e 3º ano competiram no Parque Mãe Bonifácia, em Cuiabá. Entre as brincadeiras, os estudantes disputaram cabo de guerra, queimada e quiz – com torta na cara em caso em erro na resposta.

O comandante do Batalhão Ambiental, tenente-coronel, Fagner Augusto do Nascimento, explicou que o intuito da atividade era levar uma mensagem de respeito e preservação ao meio ambiente de uma maneira diferente, fora da sala de aula e em meio a natureza.

“Todos os anos desenvolvemos um calendário para conscientização do meio ambiente nas escolas militares e em locais abertos à sociedade, e dessa vez não foi diferente. A ideia é promover integração, trocar conhecimento e fazer uma competição de forma saudável entre os estudantes do Tiradentes e Dom Bosco II”.

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Um dos coordenadores da Escola Militar Tiradentes, 1º sargento Glauber Jordão, ressaltou que a atividade visava promover a integração entre os estudantes, somando os conhecimentos adquiridos em sala de aula e promover uma competição suadável e lúdica.

“Com isso estaremos despertando a sensibilização dos alunos, formando futuros agentes integrantes de um meio ambiente mais sustentável, tornando multiplicadores de conhecimentos. A gincana não busca mostrar quem são os melhores, mas sim demostrar respeito ao próximo. A escola precisa sempre se perceber como um ator muito importante na construção de hábitos nesses novos cidadãos”, reforçou.

No cabo de guerra, os alunos do Tiradentes levaram a melhor. “Isso mostra que a união faz a força. Foi muito boa a experiência de poder interagir com os alunos do Dom Pedro II”, disse Bianca da Silva, de 16 anos.

Gustavo André, de 15 anos, aluno do colégio Dom Bosco II, também enfatizou que a gincana foi uma maneira de estar mais próximo dos alunos do colégio Tiradantes. “Foi legal essa oportunidade de poder conhecer outros jovens que também interessam pela carreira militar e interagir com eles. Vamos esperar por uma próxima gincana”.

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A gincana ainda contou com estandes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Força Tática e com uma aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além de uma tirolesa montada pelos militares do Corpo de Bombeiros.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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