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Arena Pantanal será a passarela do Desfile de Carnaval neste fim de semana

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A Arena Pantanal será a passarela, pelo segundo ano consecutivo, do Desfile de Carnaval, que ocorre desta sexta a domingo (6 a 8.2), antecipando em uma semana a principal festa da cultura popular brasileira em Cuiabá. Organizada pela Liga Independente dos Blocos e Escolas de Samba de Cuiabá, a programação conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

“A programação está imperdível! O Governo de Mato Grosso fez um investimento considerável para a realização do carnaval em Cuiabá, mas o que público vai ver lá é muito maior do que foi investido. Teremos desfiles deslumbrantes e a população poderá assistir tudo gratuitamente em uma estrutura impecável montada do lado de fora da Arena Pantanal”, destaca o secretário da Secel, David Moura.

Neste ano, o Desfile de Carnaval será dividido em dois dias (6 e 7), e já no domingo (8), haverá a apuração oficial dos votos. Nos três dias, diversos shows locais e nacionais também animam os foliões logo após as atividades (confira toda a programação no final).

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De acordo com o secretário adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura, o apoio do Governo de Mato Grosso ao Carnaval de Cuiabá contribuiu para a ampliação das festividades. “O carnaval de Cuiabá cresceu muito. Com o investimento consistente do Governo nesses três anos, os Blocos e Escolas de Samba ganham auto-estima e previsibilidade para oferecer uma festa ainda mais bonita e grandiosa ao público”, avalia.

Nesta edição do “Carnaval Cultural” em Cuiabá, o investimento da Secretaria Estadual é R$ 2,1 milhões, possibilitando diversas ações, entre as quais a montagem da estrutura para o desfile na Arena Pantanal e ajuda de custo aos Blocos e Escolas de Samba. Os valores também ajudam na programação do carnaval descentralizado, que ocorrerá entre os dias 14 e 17 de fevereiro, em diferentes locais de Cuiabá.

“Vários Estados do país já entenderam a potência que é o Carnaval, do ponto de vista cultural e econômico. E aqui em Mato Grosso, o Governo do Estado também faz seu papel de apoiar essa grandiosa festa popular, que gera renda, movimenta a economia, e garante cultura e lazer para a população”, conclui o secretário adjunto.

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Confira a programação do Desfile de Carnaval Cuiabá 2026:

Sexta-feira (6.2)
Abertura dos portões: 18h
Desfile: a partir das 20h30
Na passarela: Blocos Banana da Terra, Tradição do Araés, Agora Q Q é Esse e Luxo Folia, e Escola de Samba Império do Samba
No palco: Grupo Aprontaê, Tiee, Banda Novo Som e Dj Detona

Sábado (7.2)
Abertura dos portões: 18h
Desfile: a partir das 21h
Na passarela: Blocos Boca Suja, Melados, Império da Casa Nova, e Escola de Samba Payaguás
No palco: Sasminina, Grupo Vou pro Sereno, Rubynho e Dj Gui Antony

Domingo (8.2)
Abertura dos portões: 13h30
Apuração: a partir das 14h
Matinê: às 16h
Show de encerramento: Grupo Puro Prazer, Matheuzinho Sucessinho, Jero Neto e Tome Aí

Sobre o acesso
Além da área geral, que tem entrada gratuita, o evento disponibiliza a venda de camarotes para os dias 6 e 7 de fevereiro. Mais informações no instagram @ligadecarnavalcuiaba.

Fonte: Governo MT – MT

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Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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