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Arena Pantanal recebe jogos do Campeonato Mato-grossense e da Copa do Brasil

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A Arena Pantanal recebe mais uma partida do Campeonato Mato-grossense de Futebol, neste sábado (24.02), às 15h30 (horário de MT). O mando de campo no estádio gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) será do Cuiabá, que enfrenta o Nova Mutum pela 9ª rodada da competição.

Os ingressos custam a partir de R$ 10 (meia) e a venda é realizada por meio de plataforma que permite cadastrar a face do torcedor, já que o acesso aos jogos do Cuiabá depende de reconhecimento facial (link aqui). No dia do jogo, haverá também stand da loja em frente ao portão A, no setor Oeste da Arena Pantanal.

Na próxima semana, o estádio ainda será palco da mais inclusiva competição do país: a Copa do Brasil. Em confronto da primeira fase, o Operário Várzea-grandense (MT) joga contra o Criciúma (SC), na quarta-feira (28.02), às 20h30 (horário de MT).

Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada) e serão vendidos na loja do Açaí Express, localizada na praça do bairro Ipase, em Várzea Grande. Também haverá bilheterias na Arena Pantanal, no dia da partida. Com o setor Oeste Inferior liberado para as duas torcidas, o acesso ocorre pelo portão A.

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Além do Operário VG, União de Rondonópolis e Cuiabá são os outros dois representantes mato-grossenses na competição nacional realizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O time rondonopolitano acabou ficando de fora da segunda fase da Copa do Brasil, depois de perder por 3 a 1 para o Atlético-GO, em partida realizada no estádio Luthero Lopes, na quarta-feira (21.02). Já o Cuiabá goleou, fora de casa, o Real Noroeste Capixaba (ES) por 4 a 0, nesta quinta-feira (22.02), e garantiu classificação para a segunda fase do campeonato nacional.

O curso de arbitragem da Federação de Jiu Jitsu Esportivo de Mato Grosso completa a programação esportiva dos próximos dias no Complexo Arena Pantanal. A atividade acontece neste sábado (24.02), a partir das 14h, no auditório do ginásio Aecim Tocantins, que também integra o complexo esportivo.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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