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Ager e Polícia Militar participam de treinamento conjunto sobre fiscalização do transporte intermunicipal

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A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager), em parceria com a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), realizou um treinamento conjunto voltado à fiscalização do transporte intermunicipal de passageiros em Mato Grosso.

O evento ocorreu na quinta-feira (17.7), no auditório do Comando Geral da Polícia Militar, em Cuiabá, e integra as ações previstas no Termo de Cooperação Técnica nº 003/2025 firmado entre a Agência, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e as forças policiais.

A iniciativa visa fortalecer a integração técnica e operacional entre os órgãos, promovendo o alinhamento de procedimentos e a qualificação das equipes envolvidas na fiscalização e regulação do setor.

Durante o treinamento, foram abordados temas como legislação e normas de trânsito de transporte de passageiros, infrações, autuações, penalidades e medidas administrativas, além do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), normas complementares e uso de equipamentos de monitoramento em campo.

A programação contemplou atividades teóricas e práticas, com foco na troca de experiências entre as equipes da Ager e da Polícia Militar, na padronização de condutas e atualização normativa.

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“O objetivo é a melhoria contínua da fiscalização dos serviços públicos de transporte intermunicipal”, explicou o superintendente regulador de Transporte Rodoviário da autarquia, Silvio Filho.

Além do compartilhamento de conhecimento técnico e operacional entre os órgãos, dados e informações relevantes sobre as operações dos serviços públicos delegados à iniciativa privada também são partilhados, conforme previsto no termo de cooperação, no intuito de “fortalecer a capacidade de resposta do Estado no controle e fiscalização dos serviços de transporte coletivo intermunicipal de passageiros”, completou o superintendente regulador.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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