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Ação ostensiva da Polícia Penal impede que 29 celulares cheguem a presos na Penitenciária de Rondonópolis

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Policiais penais da Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis, impediram que dezenas de materiais proibidos, como celulares e entorpecentes, chegassem aos presos entre o fim de semana e esta segunda-feira (7.7). Nas duas ações, os policiais impediram que dezenas de celulares entrassem na penitenciária localizada no sul do estado.

Na tarde de segunda-feira, equipes de plantão da penitenciária realizaram rondas ostensivas nos perímetros interno e externo da unidade prisional a fim de identificar possíveis tentativas de entrada de materiais ilícitos, quando observaram que diversos pacotes estavam sendo jogados pela que muralha do anexo da unidade. Ao perceberem que os policiais penais estavam se aproximando, os criminosos fugiram em motocicletas pela MT-130, sentido à cidade de Poxoréu.

Foram localizados diversos pacotes em cima da muralha e na área interna. Ao abrir, os policiais penais encontraram porções de maconha, 72 carregadores, 27 celulares, 39 fones de ouvido, 58 isqueiros, chips de telefonia, dezenas de pacotes de fumo barras de durepox e chocolate.

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Já na noite de domingo (6), na área externa da unidade prisional, os policiais penais interceptaram dois drones que invadiram o espaço da penitenciária. Ao fazer varredura na quadra do Raio 2 e apreenderam dois aparelhos celulares que foram lançados pelos drones.

As ações ostensivas na penitenciária de Rondonópolis integram o programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado.

“As apreensões mostram que as equipes estão vigilantes e em pronta resposta às ações criminosas. E vamos continuar avançando com as operações qualificadas e de inteligência, a fim de coibir a entrada de materiais ilícitos, e reforçando o controle interno, de acesso e o aprimoramento da segurança”, pontuou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato.

Entre janeiro e junho deste ano, foram apreendidos 27 drones manuseados por criminosos, que tentaram sobrevoar unidades prisionais para levar materiais proibidos, especialmente, aparelhos celulares.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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