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Ação integrada da PM e PJC prende suspeitas por tráfico e resgata criança de ambiente insalubre

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Uma operação integrada da Polícia Militar e Polícia Judiciária Civil prendeu, na noite desta segunda-feira (27.03), três mulheres por tráfico de ilícito de entorpecentes e apreenderam 31 porções de cocaína e maconha, no município de Cocalinho (907 km de Cuiabá). Na ação, os militares resgataram uma criança que vivia em ambiente insalubre.

Os agentes das forças de segurança monitoravam duas residências que seriam de integrantes de facção criminosa e que serviam como ponto de comercialização de entorpecentes na região.

Durante patrulhamento de rotina em torno dos endereços, as equipes identificaram uma adolescente de 17 anos saindo em uma motocicleta com uma mochila preta nas costas. A jovem foi até a casa de outras integrantes da quadrilha.

No momento da abordagem, a menor portava 20 porções de substância análogas à cocaína, pesando aproximadamente 481 gramas. Já na residência, outras duas mulheres foram identificadas, de 30 e 31 anos, estando uma delas acompanhada do filho de um ano e oito meses.

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Em diligência no imóvel, dentro do quarto, as equipes encontraram uma bolsa com nove porções de cocaína, pesando 189 gramas, duas porções de maconha e três aparelhos celulares.

Os policiais constataram um estado de insalubridade na residência, na qual a criança era exposta, sem nenhuma condição de higiene e conforto. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Diante do caso, as mulheres e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Governo MT – MT

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