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Ação conjunta prende em Campo Verde autor de furto de camionetes em MT e MS

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Um homem investigado em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul por integrar uma associação criminosa especializada no roubo de veículos foi preso em flagrante nesta sexta-feira (21.06), em Campo Verde, em ação conjunta da Delegacia da Polícia Civil do município e da Polícia Rodoviária Federal. Com ele foi apreendido um equipamento usado para abrir veículos e codificar uma nova chave.

V.L.F.F., de 29 anos, é investigado por roubos a camionetes em Dourados (MS) e em Campo Verde. As diligências para prisão do criminoso iniciaram na quinta-feira, após uma série de furtos de caminhonete tipo Hilux no estado vizinho.

Após diligências ininterruptas das forças de segurança, parte da associação criminosa foi presa em Coxim (MS). A Polícia Civil foi informada que V.L. estava em fuga de Dourados para Cuiabá, em um ônibus de uma empresa da rota interestadual.

Em abordagem na BR-364, policiais rodoviários federais, que já vinham monitorando o investigado, o encontraram com um aparelho utilizado para a prática criminosa, que serve para abrir veículos e codificar uma nova chave.

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O criminoso foi conduzido à Delegacia de Campo Verde, onde foi autuado em flagrante pelo delegado Bruno Lima Barcellos, que representou ao Judiciário pela conversão em prisão preventiva.

V.L.F.F também é investigado pela Delegacia de Campo Verde pelo mesmo tipo de crime praticado em Dourados, em investigação conduzida pelo delegado Philipe Pinho, que também representou pela prisão preventiva do criminoso.

Ele ainda responde a diversos processos criminais por delitos da mesma natureza, praticados em cidades da fronteira mato-grossense, como Araputanga e Mirassol D’ Oeste.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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