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Ação conjunta de forças estaduais e federais apreende 500 kg de cocaína na divisa de MT com MS

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Uma operação integrada que mobilizou policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), da Polícia Federal, e do Bope e PM de Mato Grosso do Sul, resultou na apreensão de 500 kg de cloridrato de cocaína. A ação aconteceu no início da noite de ontem (27.04), no município de Coxim, na divisa de Mato Grosso do Sul com Mato Grosso.

A droga, avaliada em R$ 12,5 milhões, estava escondida em uma área do pantanal sul mato-grossense escondida entre a vegetação. Para encontrar a substância ilícita, os policiais tiveram de fazer uma longa caminhada a pé. Não houve prisão no local e as investigações sobre origem e responsáveis pelo tráfico prosseguem na Polícia Federal.

O coordenador do Gefron em Mato Grosso, tenente-coronel Manoel Bugalho Neto, observa que esse trabalho conjunto faz parte da concentração de esforços na repressão ao tráfico estadual e internacional. E, em especial, à descapitalização, prisão e enfraquecimento das atividades das organizações criminosas.

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Resposta
Essa é a quinta grande apreensão de drogas do Gefron-MT em ações integradas em pouco mais de duas semanas, ultrapassando 2,3 toneladas de cocaína retiradas de circulação.

No domingo (24.04) foram apreendidos aproximadamente 500 quilos, também de cloridrato de cocaína, em uma região de fazendas na Serra de Santa Bárbara, entre Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima, próximo à divisa com a Bolívia.

Já no sábado passado (22.04), ocorreu a apreensão de 492,8 quilos, novamente de cloridrato de cocaína. Essa foi em Brasnorte (580 km a noroeste de Cuiabá), em uma ação do Gefron com equipes do 7º Comando Regional da Polícia Militar de Tangará da Serra.

As grandes apreensões anteriores ocorreram nos dias 18 e 14, em Vila Bela da Santíssima Trindade, em Mato Grosso, e Pimenteiras do Oeste, estado de Rondônia. Foram 485,3 kg e 384 kg de cocaína, respectivamente. Em ambas, o Gefron agiu com a Polícia Federal e outras forças, entre as quais o Exército Brasileiro e a Polícia Militar.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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