Várzea Grande

Várzea Grande garante transparência ao apresentar estudos realizados pela Fipe para atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico

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Além da apresentação, a Prefeitura entregou cópias físicas e virtuais dos estudos aos vereadores, ao Conselho Municipal de Saneamento Básico e ao Conselho de Cidade

A Prefeitura de Várzea Grande e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) apresentaram, nesta sexta-feira (20), o diagnóstico e os estudos sobre a atualização do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).

Conforme a coordenadora de trabalho da Prefeitura com a Fipe, e secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, a ação visa garantir a transparência e esclarecer as dúvidas dos munícipes, dos vereadores e dos Conselhos Municipais de Cidade (Concidade) e de Saneamento Básico.

A Prefeitura entregou cópias físicas e virtuais dos estudos aos vereadores, ao Conselho Municipal de Saneamento Básico e ao Conselho de Cidade.

“Esta é a maior ação da história de Várzea Grande no saneamento básico. Reconhecemos que há problemas no saneamento básico municipal, mas queremos e estamos agindo para resolver. Já realizamos escutas ativas em todas as regiões de Várzea Grande e também já realizamos uma apresentação aos vereadores, porém, alguns deles alegam estar com dúvidas. Viemos esclarecer todos os pontos, pois a gestão municipal preza pela transparência e precisamos seguir com o projeto”, afirmou Ina de Maria.

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As principais demandas apontadas pela população, durante as escutas ativas foram: baixa pressão na rede e irregularidade no abastecimento, vazamento, ausência de coleta de esgoto, entre outras reclamações pontuais.

PARÂMETROS – Os apontamentos reforçam os dados já identificados pelo diagnóstico técnico da Fipe, que aponta 97,6% de cobertura de água mas com 60% de perdas na distribuição; e apenas 19,1% da população atendida com coleta de esgoto, sendo 16,6% com coleta e tratamento.

O coordenador técnico de projetos Fipe, André Luis Squirize Chagas, destaca que o Município está caminhando para o desenvolvimento do saneamento básico. “A Prefeitura contratou a Fipe para prestar apoio técnico na atualização do PMSB e na modelagem do projeto de concessão dos serviços de água e esgoto, com o objetivo de estruturar uma solução eficiente, sustentável e alinhada à universalização do atendimento.”, disse.

O vereador Caio Cordeiro (PL) destacou que é fundamental discutir o assunto com a população. “É importante sabermos como se dará essa solução, pois é o saneamento básico é o principal assunto dentro do Município. Eu tenho esperança de que dias melhores virão para Várzea Grande. Hoje, a gestão está encarando o problema de frente e está buscando soluções”, declara Cordeiro.

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O vereador Joaquim Antunes (PSDB) afirmou que o Município está no caminho certo. “Eu, como cidadão, vejo um único caminho, a concessão. E estou feliz em ver que a gestão está agindo e buscando alternativas para resolver o grande gargalo que é o saneamento básico”.

Participaram os vereadores: Alessandro Moreira (MDB), Gisa Barros (PSB), Wender Madureira (Republicanos).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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