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Várzea Grande amplia estratégia de combate às arboviroses com atendimentos aos sábados

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As Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Marajoara, 24 de dezembro, Cristo Rei e Jardim Glória, que já estavam funcionando em horário estendido – até às 21h – estarão atendendo das 7h às 11h e das 13h às 17h

A saúde de Várzea Grande não dorme. E, para reforçar ainda mais o compromisso com a população, a prefeitura, sob a liderança da prefeita Flávia Moretti (PL), determinou a ampliação dos atendimentos voltados ao enfrentamento das arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.

Com a rápida condução da secretaria municipal de Saúde e um planejamento estratégico eficiente, a cidade responde prontamente ao aumento dos casos e amplia o acesso da população aos serviços essenciais. A partir deste sábado (08), as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Marajoara, 24 de dezembro, Cristo Rei e Jardim Glória, que já estavam funcionando em horário estendido – até às 21h de segunda à sexta-feira – estarão atendendo pelos próximos 60 dias, das 7h às 11h e das 13h às 17h.

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A medida visa garantir mais acesso aos moradores de Várzea Grande, bem como, descentralizar os atendimentos para evitar a sobrecarga das unidades de urgência e emergência. “Nosso compromisso é salvar vidas e garantir que todos tenham atendimento rápido e eficaz. A gestão trabalha diuturnamente para oferecer o melhor serviço de saúde pública”, reforça a prefeita Flávia Moretti.

A prefeita, que visitou nesta manhã (8), a UBS do Jardim Glória, destacou que a medida leva em conta a oferta de um melhor atendimento aos trabalhadores, que poderão ter condições de buscar consultas e tratamentos, nas unidades básicas, ou seja, mais perto de suas casas.

A decisão de ampliar os serviços foi tomada na noite de ontem (8) com base no monitoramento constante da situação epidemiológica do Município. “A resposta precisa ser ágil e eficiente. Com essa ampliação, reforçamos a Atenção Primária, que é a porta de entrada do sistema, assim, com essa segunda ampliação, garantimos um atendimento mais próximo e acessível para a população”, explica a secretária de Saúde, Deisi Bocalon.

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FICAR ATENTO – A população pode procurar as UBS´s para atendimento de sintomas como febre, dor de cabeça, manchas vermelhas pelo corpo, dores musculares e articulares, sinais característicos das arboviroses. O objetivo é assegurar o diagnóstico precoce, o acompanhamento clínico adequado e, quando necessário, o encaminhamento para unidades de maior complexidade.

“Com todas essas mudanças positivas, a atual gestão da prefeitura de Várzea Grande reafirma seu compromisso com a saúde pública e segue adotando medidas eficazes para conter a disseminação das arboviroses, protegendo a população e garantindo assistência de qualidade. A saúde não dorme e Várzea Grande segue firme no enfrentamento dessas doenças”, pontua a prefeita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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