Várzea Grande

Sine Várzea Grande atualiza cadastro e disponibiliza 357 vagas de empregos

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Renovação das oportunidades de trabalho – todos com carteira assinada – é feita toda terça-feira. Interessados devem procurar o espaço do Centro Estadual de Cidadania

O Sine de Várzea Grande está disponibilizando 357 vagas de emprego, após renovação semanal do cadastro, realizada nesta terça-feira (22). O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h, no 2º piso do Várzea Grande Shopping, no espaço do Centro Estadual de Cidadania.

“Nossas equipes de atendimento estão preparadas para atender aos cidadãos que estão em busca de um emprego. Estamos trabalhando para ampliar o acesso ao emprego e facilitar o contato entre empresas e trabalhadores. Toda semana novas oportunidades são disponibilizadas e nossa equipe está pronta para orientar quem busca uma colocação ou recolocação no mercado”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Mario Quidá Neto.

Para participar dos processos seletivos, é necessário apresentar RG, CPF e carteira de trabalho. Quem ainda não tem cadastro deve comparecer pessoalmente com a documentação. Após o cadastro, é possível acompanhar as vagas e receber orientação profissional também online.

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Entre as vagas disponíveis estão: (50) balanceiro; (33) de ajudante de obras; (46) de auxiliar de linha de produção; (20) cortador de carne de matadouro; (20) dessossador; (20) margarefe; (20) retalhador de carne; (10) auxiliar de cozinha; (10) servente de pedreiro; (06) ajudante de carga e descarga; (01) almoxarife; (03) armador de ferragens da construção civil; (02) atendente de balcão; (01) atendente de hospital; (06) auxiliar de armazenamento; (02) auxiliar de estoque; (06) auxiliar de limpeza; (03) auxiliar de operação; (05) auxiliar de conservação de vias públicas; (01) borracheiro; (05) carpinteiro; (03) conferente de carga e descarga; (01) consultor de vendas; (04) controlador de acesso; (06) cozinheiro de restaurante; (01) eletricista de veículos; (01) encarregado de estoque; (01) encarregado de manutenção; (01) encarregado de obras; (06) frentista; (02) gerente de bar, cantina e restaurante; (04) lubrificador de automóvel; (02) mecânico de diesel; (01) mecânico de manutenção hidráulica; (01) monitor de sistema eletrônico interno; (01) monitor externo de alarmes; (05) motofrentista; (01) motorista de entrega; (01) motorista de guindaste; (01) nutricionista; (03) oficial de manutenção; (05) operador de caixa; (03) operador de tráfego; (04) pedreiro; (01) pintor de obras; (02) porteiro; (01) promotor de vendas; (02) recepcionista; (08) servente de limpeza; (02) serventes de obras; (02) soldador; (02) técnico segurança do trabalho; (01) vendedor no comércio de mercadorias; (06) vendedor interno.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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