Várzea Grande

Secretaria de Viação e Obras flagra descarte irregular de resíduos

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“Os serviços de manutenção são executados de forma contínua. No entanto, essa prática recorrente dificulta as ações que buscam dar solução definitiva aos alagamentos. É um esforço permanente das equipes que acaba sendo prejudicado pelo descarte inadequado”

Durante visita técnica à região da Alameda, em Várzea Grande, equipes da Secretaria Municipal de Viação e Obras flagraram descarte irregular de resíduos às margens do Córrego da Alameda. No local foram encontrados fragmentos de materiais cerâmicos e vítreos, como pedaços de louças sanitárias e revestimentos quebrados, além de outros resíduos descartados de forma inadequada em área de preservação permanente.

O flagrante ocorreu na manhã desta segunda-feira (2), durante vistoria liderada pelo secretário de Viação e Obras, Celso Pereira. As equipes chegaram ao ponto poucos minutos após o descarte ter sido realizado. Por questão de minutos, o infrator não foi identificado, pois já havia deixado o local quando os servidores iniciaram a inspeção.

O caso foi registrado e será apurado para identificação dos responsáveis. Conforme levantamento da Secretaria, também são frequentemente encontrados colchões, máquinas de lavar, móveis inservíveis e restos de construção descartados de forma irregular em córregos da cidade.

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A área vistoriada está inserida no trecho que receberá obras de drenagem para enfrentamento aos alagamentos, com objetivo de solucionar um problema histórico da região, que por anos recebeu apenas intervenções paliativas. A vistoria integra o acompanhamento contínuo das ações executadas em diversas regiões do Município, especialmente em pontos próximos a córregos, que demandam manutenção frequente e intervenções estruturais para melhoria do escoamento das águas pluviais.

De acordo com o secretário, as equipes realizam serviços periódicos de limpeza e desobstrução, porém o descarte irregular compromete o resultado dos trabalhos. “Os serviços de manutenção são executados de forma contínua. No entanto, essa prática recorrente dificulta as ações que buscam dar solução definitiva aos alagamentos. É um esforço permanente das equipes que acaba sendo prejudicado pelo descarte inadequado”, afirmou.

Além de configurar crime ambiental, o acúmulo de resíduos representa risco aos servidores que, em diversas situações, precisam adentrar áreas alagadas para realizar a desobstrução da passagem da água, ficando expostos a materiais cortantes e outros objetos que podem causar acidentes.

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A Administração Municipal reforça que o descarte de resíduos em áreas de preservação é crime ambiental, sujeito às penalidades previstas em lei. A população pode colaborar denunciando práticas irregulares à Guarda Municipal pelo 153, contribuindo para a preservação ambiental e para a melhoria das condições de drenagem no Município.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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