Várzea Grande

Quase 10% dos pré-selecionados ainda não formalizaram seu dossiê

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Documentos são essenciais para que a Caixa Econômica Federal avalie e torne os pré-selecionados em futuros proprietários de uma das 1.000 unidades habitacionais em Várzea Grande. Prazo final, já estendido, termina no dia 23

Quase 10% ou 95 pessoas dos 1.000 previamente sorteados para a entrega de documentos para avaliação, e acolhimento por parte da Caixa Econômica Federal (CEF), para serem possivelmente contemplados com uma das habitações do Residencial Colinas Douradas ainda não procuraram a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação de Várzea Grande.

Essa demora levou a Secretaria Municipal a ampliar para o próximo dia 23 de janeiro, prazo final para recebimento dos documentos de montagem do dossiê daqueles que podem ser aprovados como futuros proprietários de um dos imóveis.

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação de Várzea Grande funciona na Avenida da FEB nº 2.138 das 8h às 17h.

Portaria 04/2024, assinada pelo secretário de Várzea Grande, Ricardo Azevedo Araújo, convoca essas 95 pessoas, previamente contempladas, para que compareçam até o dia 23 deste mês e apresentem os documentos necessários para o encaminhamento do dossiê para apreciação da Caixa Econômica Federal (CEF).

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“Após as pré-seleções, os 1.000 titulares anunciados devem entregar os documentos pessoais que comprovam cumprirem as regras estabelecidas pelo Ministério das Cidades e então montar o dossiê que é encaminhado a Caixa Econômica Federal, agente financiador das habitações, para então estando aprovados e devidamente com os contratos assinados, poderem assumir suas moradias”, disse o secretário Ricardo Azevedo Araújo.

Ele lembrou que o prazo não será prorrogado e irá se findar em 23 de janeiro, e caso alguns dos 95 faltantes deixem de montar seu dossiê, serão automaticamente convocado o suplente que também foi pré-selecionado, para que se apresente com os documentos para montar seu dossiê que então será encaminhado à CEF.

“Este dossiê, caso aprovado pela Caixa Econômica Federal, é que dá o direito do escolhido em ser o detentor do financiamento e proprietário do imóvel do Colinas Douradas, por isto é fundamental que os pré-selecionados compareçam e comprovem sua titularidade com documentos e formem o dossiê para passar pelo crivo técnico do Agente Financeiro, sem o qual não é possível que ele se torne proprietário definitivo do imóvel, o que é um grande passo para qualquer família”, disse Ricardo Azevedo Araújo.

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O Secretário de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação lembrou que a pré-seleção ocorre para 1.000 titulares e 1.000 suplentes, justamente para que se o titular não comprovar através de documentos sua capacidade de assumir o financiamento e o imóvel, o suplente o faça.

“Reafirmo ser fundamental que os escolhidos compareçam à Secretaria, munidos de seus documentos, comprovem sua titularidade e sua capacidade de assumir o financiamento para então se tornar proprietário do imóvel”, disse ele.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Várzea Grande amplia proteção de bebês prematuros com aplicação inédita do Nirsevimabe pelo SUS

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está reforçando os cuidados com a saúde de bebês prematuros ao disponibilizar, pela primeira vez, o anticorpo monoclonal Nirsevimabe, popularmente conhecido como “vacina Nirsevimabe”. O medicamento oferece imunização imediata para proteger os bebês contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite e pneumonia grave em crianças pequenas.

As doses integram o Protocolo de Uso do Nirsevimabe para Prevenção de Infecção do Trato Respiratório Inferior Associada ao Vírus Sincicial Respiratório em Bebês Prematuros ou com Comorbidades, disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Nirsevimabe é destinado a um público específico e, em Várzea Grande, vem sendo administrado desde fevereiro deste ano, conforme prescrição médica e condição clínica do recém-nascido, na Maternidade Pública “Dr. Francisco Lustosa” e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A UBS Jardim Glória foi a primeira unidade, fora da maternidade, a aplicar a medicação.

Como explica Patrícia Pretel Feitosa, enfermeira responsável pela Imunização da Atenção Primária de Várzea Grande, a incorporação do Nirsevimabe ao SUS amplia a cobertura de proteção para todos os bebês prematuros que se enquadram nos critérios estabelecidos.

“O anticorpo tem indicações específicas, tanto em relação à dosagem quanto ao público-alvo”, destaca.

Somente entre os recém-nascidos prematuros, 19 doses foram aplicadas na maternidade entre fevereiro e o momento atual. Dependendo das condições de saúde e do peso da criança, algumas recebem a dose ainda durante a internação, enquanto outras aguardam o ganho de peso para receber o medicamento posteriormente em uma Unidade Básica de Saúde.

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Patrícia explica ainda que, para recém-nascidos prematuros — aqueles nascidos com menos de 37 semanas de gestação —, a administração do Nirsevimabe deve ser feita por via intramuscular logo após o nascimento, ou assim que o bebê estiver clinicamente estável, ainda na maternidade.

“A dose do Nirsevimabe é única e varia apenas conforme a faixa de peso do paciente. Recém-nascidos e bebês com peso inferior a cinco quilos recebem uma dose única de 0,5 ml. Já aqueles com peso igual ou superior a cinco quilos recebem uma dose única de 1 ml”, explica.

Para crianças de até 24 meses de idade que apresentem comorbidades e permaneçam vulneráveis durante a segunda temporada de circulação do VSR, recomenda-se uma dose única, independentemente do peso, administrada em duas injeções de 1 ml cada, aplicadas em locais distintos.

Indicações para o uso do Nirsevimabe

  • Prematuros (nascidos com menos de 37 semanas de gestação);
  • Doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa;
  • Doença pulmonar crônica da prematuridade;
  • Imunocomprometimento grave, congênito ou adquirido;
  • Fibrose cística;
  • Doença neuromuscular;
  • Anomalias congênitas das vias aéreas;
  • Síndrome de Down.

Contexto

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Vírus Sincicial Respiratório é responsável por cerca de 80% dos casos de bronquiolite e por até 60% das pneumonias em crianças menores de dois anos no Brasil.

Entre 2018 e 2024, foram registradas 83.740 internações de bebês prematuros. Somente em 2024, dos 82.005 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) atribuídos a vírus respiratórios, 32% (26.034 casos) foram causados pelo VSR.

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A faixa etária mais atingida foi a de crianças com menos de um ano, que representaram 72,1% dos casos (18.759) e 42% dos óbitos (168 das 403 mortes registradas).

Os principais grupos de risco para desenvolver infecção respiratória grave causada pelo VSR são lactentes com menos de seis meses de idade, especialmente os prematuros, crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade e aquelas com cardiopatias congênitas.

Essa maior vulnerabilidade está relacionada à imaturidade do sistema imunológico, à menor transferência de anticorpos maternos, ao menor calibre das vias aéreas, além de fatores como baixa reserva energética, desmame precoce, anemia, infecções respiratórias recorrentes e uso prévio de corticoides.

O VSR apresenta comportamento sazonal, com maior circulação nos meses mais frios do ano. Embora esse padrão varie entre as regiões brasileiras, a maior incidência costuma ocorrer durante o outono e o inverno.

Anualmente, o vírus é responsável por cerca de 3,6 milhões de hospitalizações em todo o mundo e aproximadamente 100 mil mortes de crianças menores de cinco anos, sendo metade desses óbitos em bebês com menos de seis meses de idade. (Com informações do Ministério da Saúde)

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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