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Prefeitura de Várzea Grande retira 30 toneladas de entulho do Hélio Ponce

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Área vinha sendo utilizada de forma irregular como ponto de descarte de lixo e resíduos e negligenciada por muitos anos

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, realizou uma grande ação de limpeza no bairro Hélio Ponce de Arruda, de onde foram retiradas cerca de 30 toneladas de entulho de uma área que vinha sendo usada irregularmente como ponto de descarte de lixo. A operação devolveu à comunidade um espaço limpo, seguro e com acessibilidade para todos.

A iniciativa integra o cronograma de ações preventivas executadas pela secretaria, com foco na preparação dos bairros para o período chuvoso, visando reduzir alagamentos e entupimentos da rede de drenagem, e assim, garantir a mobilidade urbana.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, destacou que o planejamento das equipes prioriza os casos mais urgentes e de maior impacto. “Temos atuado com base em um cronograma técnico e emergencial, que busca atender o maior número possível de bairros, sem perder o foco naquilo que representa risco à população, como era o caso desta área no Hélio Ponce”, afirmou.

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O subsecretário José Carlos esteve no local acompanhando de perto a situação, e determinou prioridade no atendimento. “Solicitei atenção máxima à demanda, dentro do cronograma de ações. O poder público precisa estar presente e ativo, especialmente em áreas que foram negligenciadas por tanto tempo”, reforçou.

A equipe já tinha previsto atuação no bairro no início da semana, porém, devido às fortes chuvas que caíram sobre Várzea Grande no último dia 23, houve necessidade de remanejamento de equipes para pontos mais críticos. Ainda assim, técnicos estiveram no local no mesmo dia em que a situação foi comunicada, iniciando a limpeza e reorganização do espaço.

A Prefeitura reforça que o descarte irregular de lixo é crime ambiental e pede o apoio da população na preservação dos espaços públicos. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pela Ouvidoria Municipal no telefone (65) 98115-7782.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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