Várzea Grande

Prefeitura avança na iluminação pública com 7,9 mil pontos atendidos

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A atual gestão reforça que o uso dos canais oficiais permite maior controle e agilidade nas respostas às demandas da população, contribuindo para uma cidade cada vez mais moderna, segura e bem iluminada

Em pouco menos de 180 dias da nova gestão, a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, já realizou atendimento em mais de 7.900 pontos de iluminação pública no Município. A ação contempla troca de lâmpadas, além da reposição de luminárias em LED, extensão de redes, colocação de braços e instalação de novos postes em mais de 60 bairros.

A prefeita Flávia Moretti (PL) destacou que as ações refletem diretamente na melhoria da qualidade de vida da população e na segurança. “Estamos trabalhando com responsabilidade e dedicação para garantir uma cidade mais iluminada e acolhedora. Essas melhorias na iluminação pública são, acima de tudo, para o bem-estar da população, que é a principal beneficiada com ruas mais iluminadas e seguras. Reforço que é fundamental que os moradores usem os canais oficiais da Prefeitura para registrar qualquer problema, como lâmpadas queimadas e ou vandalizadas, ação que deixa os postes apagados. A cidade avança quando caminhamos juntos”, afirmou a prefeita.

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Além das ações em campo, a Prefeitura implementou melhorias no sistema de atendimento ao cidadão, o que contribuiu para maior eficiência no serviço. Segundo o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ductievicz, a comunicação direta com os moradores tem trazido resultados expressivos e agilidade na prestação dos serviços de reparos. “Após criarmos um canal mais acessível e direto entre os munícipes e a Prefeitura, o número de ligações de reclamações, que antes girava em torno de 50 por dia, caiu para cerca de 4. Isso mostra que estamos conseguindo atender com eficiência e resolver os problemas com rapidez. Nosso objetivo é seguir com esse ritmo de trabalho, atendendo toda a cidade de forma eficiente”, afirmou Ductievicz.

Confira os canais oficiais para solicitação de manutenção na iluminação pública:

• Telefone: (65) 3688-8034

• Atendimento presencial: de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30

• Endereço: Avenida Castelo Branco, nº 2138 – Anexo ao Paço Municipal, bairro Centro Norte

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Biblioteca Pública de Várzea Grande inaugura Afroteca para valorizar memória e produção intelectual negra

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A Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda, em Várzea Grande, passa a contar, a partir desta quinta-feira (10), com a Afroteca, uma coleção especializada dedicada à preservação, organização e valorização da história, da cultura, da memória e da produção intelectual negra. O espaço foi apresentado durante evento realizado na tarde desta quinta-feira (10) e representa um novo passo na democratização do acesso à informação e no fortalecimento das políticas de promoção da igualdade racial no município.

Mais do que uma coleção de livros sobre racismo, a Afroteca nasce como um espaço de memória, conhecimento e reparação histórica. O acervo é separado da coleção geral da biblioteca e reúne materiais que permitem ao público conhecer diferentes aspectos da trajetória da população negra no Brasil e no mundo.

A coleção está organizada em três frentes. A primeira é dedicada à produção afro-brasileira e africana, com livros sobre a história da África, a diáspora africana e o período pós-abolição, religiões de matriz africana, literatura negra brasileira e biografias de personalidades negras.

A segunda reúne a produção intelectual negra, com obras escritas por autoras e autores negros, além de teses, dissertações, zines, cordéis e produções da literatura periférica. Já a terceira frente é voltada à memória e às raridades, reunindo documentos, fotografias, jornais antigos da imprensa negra, discos de vinil e outros materiais que ajudam a preservar registros históricos.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, a criação da Afroteca fortalece o papel da biblioteca como espaço de conhecimento, inclusão e construção da cidadania.

“A Afroteca amplia o acesso ao conhecimento e valoriza uma história que precisa ser conhecida por todos. É um acervo que preserva memória, fortalece a identidade e ajuda a construir uma sociedade mais consciente e respeitosa”, destaca Maria Fernanda.

A superintendente de Cultura, Luh Arruda, ressalta que a construção da Afroteca representa um processo coletivo e reforça o compromisso de Várzea Grande com a valorização da cultura negra.

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“Esse acervo é fruto de uma construção coletiva e nasce com a missão de dar visibilidade à produção e à memória negra. A biblioteca passa a ser também um lugar de encontro com essa história, para que ela seja conhecida, valorizada e preservada”, afirma Luh Arruda.

A construção da coleção também contou com a participação do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Várzea Grande (CMPIR/VG). Segundo a presidente do Conselho, Janaína Hellwich, o reconhecimento da importância do acervo começou dentro do próprio Conselho, em diálogo com os conselheiros, com destaque para a atuação da professora Rosana, e avançou por meio da parceria com a Superintendência de Cultura.

“O primeiro passo foi abrir a Afroteca. Agora, precisamos fazer esse conhecimento chegar às escolas e à sociedade, atraindo pessoas negras e não negras para conhecer essa história e contribuir para romper preconceitos”, pontua Janaína.

O bibliotecário Odiley Santiago, que participa da organização e da construção do acervo, destaca que a Afroteca foi pensada para ser um espaço vivo de pesquisa, leitura e descoberta.

“A Afroteca não é apenas uma estante temática. É um acervo especializado que reúne diferentes formas de conhecimento e memória negra, permitindo que o público encontre autores, histórias e registros que muitas vezes não estão presentes nos acervos tradicionais”, explica Odiley.

A partir desta quinta-feira, o acervo está disponível para consulta da população negra e de todos os moradores que tenham interesse em conhecer, pesquisar e se aprofundar na história, na cultura e na produção intelectual da população negra.

A proposta é que a Afroteca também se consolide como ferramenta de apoio às escolas e às ações previstas na Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, contribuindo para ampliar o acesso a conteúdos e referências que valorizem a diversidade e a contribuição da população negra para a formação da sociedade brasileira.

Com a abertura do espaço, a Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda amplia seu papel como guardiã da memória e transforma o conhecimento em instrumento de valorização, pertencimento e combate ao preconceito, aproximando a população de uma história que pertence a toda a sociedade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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