Várzea Grande

Guarda Municipal realiza pedal “Maio Amarelo” em prol das vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul

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Cada participante deverá doar 5 kg de alimentos não perecíveis

A Guarda Municipal de Várzea Grande está promovendo um pedal solidário, o “Maio Amarelo”, que ocorrerá no dia 30 de maio (quinta-feira, feriado de Corpus Christi), em prol das vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul.

O evento está programado para iniciar às 19h30, com ponto de partida na Praça Municipal Sarita Baracat. A ação visa coletar alimentos não perecíveis, que serão enviados para o governo do Rio Grande do Sul, responsável pelo atendimento e distribuição de donativos às vítimas. Além disso, busca despertar a conscientização para a Paz no Trânsito, através da Campanha “Maio Amarelo”.

Todos os ciclistas de Várzea Grande e região são convidados a participar, especialmente os cerca de mil ciclistas que já fazem parte do grupo Pedal da Guarda Municipal. A ideia é que cada participante doe 5 kg de alimentos não perecíveis, como arroz, feijão, lentilha, grão-de-bico, macarrão, óleo, entre outros.

“O nosso propósito inicial é colaborar de alguma forma com os desabrigados do Rio Grande do Sul na arrecadação de alimentos. Neste momento crítico, em que vivem milhares de famílias, o alimento é fundamental. Já a Campanha ‘Maio Amarelo’, cujo lema deste ano é ‘Paz no trânsito começa por você’, tem como proposta lembrar que todos — motoristas, passageiros, ciclistas ou pedestres — têm a responsabilidade de garantir a segurança uns dos outros. Além disso, queremos incentivar cada vez mais a prática esportiva com um passeio ciclístico seguro, promovendo a qualidade de vida e a conscientização com o meio ambiente, respeito ao trânsito acima de tudo. Por isso, solicitamos que cada participante leve 5 kg de alimentos não perecíveis. Cada segmento fazendo sua parte, a comida não vai faltar nas mesas dos desabrigados. Será um evento de alerta e solidariedade, tanto para a ‘Paz no Trânsito’ quanto para a doação”, disse o coordenador do Pedal da Guarda, GM Juliano Bezerra Lemos.

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O secretário Municipal de Defesa Social, Cel Alessandro Ferreira da Silva, afirmou que o evento “Maio Amarelo” é um alerta sobre as Leis de Trânsito para evitar mortes e acidentes. “Mais que um gesto de solidariedade, é um gesto de humanidade, pois é impossível não nos solidarizarmos com a dor e sofrimento daqueles irmãos brasileiros que estão no Rio Grande do Sul. Sabemos que, neste momento, toda ajuda é bem-vinda. Vamos arrecadar alimentos não perecíveis e encaminhá-los o mais rápido possível ao governo do Rio Grande do Sul”, disse ele.

Segundo Juliano, será um pedal normal, por isso cada participante deve levar, como de costume, seus pertences, como água e câmara reserva. É obrigatório o uso de todos os equipamentos de segurança, como capacete, óculos e luvas, para a segurança individual de cada um.

As inscrições poderão ser feitas nos seguintes pontos: loja Ciclo Rabelo localizada na Avenida Júlio Campos em Várzea Grande, na Auto Escola Dorado localizada na Avenida Filinto Müller, bairro Centro Sul em Várzea Grande, na loja Armazen.com localizada na Avenida 8 de Abril, nº 60 no bairro Porto em Cuiabá e também no Pedal da Guarda às quintas-feiras.

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Sobre o “Maio Amarelo”, Juliano explica que tem relação com as placas de sinalização de trânsito, que indicam atenção e precaução. Durante todo o mês de maio, diversas atividades são realizadas em todo o mundo com o propósito de orientar motoristas, ciclistas, pedestres e passageiros sobre a importância de respeitar as leis de trânsito e adotar medidas que possam contribuir para a redução de acidentes e mortes.

Dados da Guarda Municipal apontam que os acidentes envolvendo motoboys são uma preocupação frequente devido ao crescente número de motociclistas que circulam pelas ruas e avenidas durante o dia todo realizando entregas.

“Alguns dos principais riscos a que esses trabalhadores estão expostos englobam colisões com outros veículos, quedas da moto, atropelamentos, além de exposição a fatores como poluição sonora, do ar e vibrações, que podem ter efeitos prejudiciais à saúde a longo prazo. Além disso, muitas pessoas sofrem lesões graves ou permanentes em acidentes de trânsito, o que impacta não apenas a vida delas, mas também de suas famílias e da sociedade como um todo. É necessário adotar comportamentos seguros no trânsito, como respeitar os limites de velocidade, não dirigir sob efeito de álcool ou drogas, usar o cinto de segurança, cumprir as leis de trânsito e estar atento às condições das vias”, concluiu ele.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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