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Sorriso participa do 2º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo

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O seminário aconteceu durante o 9º Salão Nacional do Turismo em São Paulo

No último sábado, 23 de agosto, Sorriso participou do 2º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo, no complexo do Anhembi, em São Paulo, como parte da programação do 9º Salão Nacional do Turismo: Conheça o Brasil — maior vitrine do setor no país.

Promovido pelo Ministério do Turismo, o seminário teve como tema central o fortalecimento da política de regionalização, com debates que envolveram gestores públicos e privados, além da apresentação de uma nova categorização dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro. A secretária nacional de Políticas de Turismo, Cristiane Leal Sampaio, reforçou a importância dessa articulação entre diferentes níveis de governo: “A regionalização é uma ferramenta essencial para aproximar as políticas públicas das realidades locais. Cada território tem seus próprios desafios e potencialidades, e é por meio dessa escuta e integração que conseguiremos construir um turismo mais forte, sustentável e conectado com as pessoas”.

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O PRT e os avanços da regionalização

O Programa de Regionalização do Turismo (PRT), promovido pelo Ministério do Turismo, é uma iniciativa que busca organizar os municípios turísticos em cinco categorias, facilitando o planejamento de políticas públicas e investimentos. O programa conta com governança compartilhada via Instâncias de Governança Regionais (IGRs) e apoio ao recadastramento permanente no Mapa do Turismo Brasileiro.

Sorriso e os municípios de Mato Grosso no Salão

Durante o 9º Salão Nacional do Turismo, realizado entre 21 e 23 de agosto, Sorriso, juntamente com Chapada dos Guimarães, Tangará da Serra, Várzea Grande e Sinop, compôs o estande coletivo de Mato Grosso. No evento, a capital do agronegócio foi promovida como um destino emergente, apresentando seu potencial turístico para agentes de viagens, operadoras e transportadoras.

O secretário adjunto de Turismo de Sorriso, Nelson Eduardo Pereira da Costa e o turismólogo Ricardo Henrique dos Santos, foram os responsáveis por divulgar os atrativos locais, apresentando o que Sorriso tem de melhor aos profissionais do setor. Destacaram não apenas as belezas naturais da região, mas também sua força agrícola que influencia a identidade do turismo regional.

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Nelson avaliou a participação inédita de Sorriso no Salão nacional, como estratégica. “Estar no Salão permite que Sorriso alcance visibilidade nacional, nos aproximando de operadoras e agências que podem transformar o potencial da nossa cidade em novos roteiros turísticos.”

Lançamento da FIT Pantanal 2026

Ainda no contexto do Salão, foi lançado oficialmente a FIT Pantanal 2026, que acontecerá de 4 a 7 de junho de 2026, em Cuiabá. O evento serve como vitrine de experiências turísticas, reunindo operadores e agentes de turismo.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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