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Sorriso mostra cases de sucesso a participantes de congresso internacional de cidades inteligentes

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Cases do Sorrimobi e Eco Sorriso garantiram o prêmio InovaCidade 2024

“Cidades socialmente inteligentes: transformando a Assistência Social através da inovação digital”. Este foi o tema da Reunião Estratégica 21, realizada na tarde desta quarta-feira (15 de maio), durante o Smart City Business Brazil Congress 2024.

Secretária de Assistência Social e primeira-dama do Município, Jucélia Ferro, foi protagonista da reunião, expondo o case de sucesso Sorrimobi, que, junto com o Eco Sorriso, garantiu que Sorriso se firmasse como uma das 43 cidades homenageadas com o prêmio InovaCidade neste ano.

“Com o Sorrimobi conseguimos mostrar que é possível partilhar a utilização de veículos, o que resulta na economia de recursos financeiros e diminuição da emissão de poluentes, mostrando que por meio da cooperação e organização, é possível sim, alcançar ótimos resultados”, palestrou a secretária, informando que a iniciativa já trouxe a economia de mais de R$ 700 mil.

Ainda na terça-feira (14), o prefeito Ari Lafin falou da experiência sorrisense durante da primeira reunião estratégica da conferência, que destrinchou o tema “Prefeitos: Como a elaboração de um plano de governo eficiente contribui para uma gestão bem-sucedida”. “É muito gratificante poder mostrar o trabalho que estamos desenvolvendo em nosso Município, contribuir com nossa experiência, e mais que isso, aprender com as boas práticas de outras cidades”, revelou Ari.

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Junto com o prefeito e a primeira-dama, o secretário de Obras e Serviços Públicas (Semosp), Milton Geller, também foi a São Paulo receber o InovaCidade 2024. O prêmio é o reconhecimento do Instituto Smart City Business America às iniciativas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida nas cidades. Em 2024, 128 projetos foram inscritos, sendo selecionados 43 projetos e iniciativas com impactos positivos, mensuráveis e reconhecidos pela sociedade, realizados pela administração pública, iniciativa privada e Entidades da Sociedade Civil.

Sorriso se destacou entre as propostas apresentadas por prefeituras e outras instituições de toda a América Latina por duas iniciativas que já trouxeram impactos positivos ao Município: O Sorrimobi e o Eco Sorriso, ambos alicerçados nos pilares da sustentabilidade: o cuidado com meio ambiente e o olhar atento ao social e à economia.

Confira aqui:

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/sorriso-recebe-o-premio-inovacidade-2

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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