Sorriso

Representantes da Prefeitura e da Câmara apresentam à MT PAR a empresa que vai construir lote de mil apartamentos

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Moradias serão financiadas pela Caixa Econômica Federal

O coordenador do Departamento de Habitação, Brendo Braga, junto ao vereador Acácio Ambrosini, entregou, ao diretor-presidente da MT PAR, Wener Santos, nesta quinta-feira (21 de setembro), o resultado do Chamamento Público 001/2023, que estabeleceu a empresa que vai gerir todo o processo de construção dos mil apartamentos serão construídos por meio da parceria entre Prefeitura e Governo do Estado.

A empresa Engemat Engenharia de Materiais, a partir de agora, dará início a todo o processo necessário à construção, e posterior financiamento pela Caixa Econômica Federal, dos apartamentos compostos por sala, dois quartos, cozinha, banheiro social e área de serviço, com área construída mínima de 45 m².

O lote de mil apartamentos para Sorriso foi anunciado de maneira conjunta entre o prefeito Ari Lafin e o governador Mauro Mendes, em julho do ano passado, durante agenda do gestor estadual em Sorriso.

De um lado, o Governo do Estado entra com subsídio de R$ 10 a 20 mil para cada apartamento (de acordo com a renda familiar), a Prefeitura doa os terrenos, assim como responde por todo o trâmite necessário para a licitação dos projetos, passo que já foi concluído. Vale lembrar que os mil apartamentos serão divididos em conjuntos habitacionais e as áreas que devem receber os apartamentos são, a princípio, o Residencial Topázio, o Verdes Campos e o Vila Bela.

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“Nosso muito obrigado à MT PAR, assim como aos colegas da Prefeitura de Sorriso por terem desenvolvido todo esse processo, que garante o prosseguimento do programa habitacional”, destaca Braga, reforçando que, imediatamente após a publicação do documento, o prefeito Ari Lafin e a secretária de Assistência Social – e primeira-dama do Município – , Jucélia Ferro, determinaram a pronta oficialização à MT PAR .

“Em nome da Câmara de Sorriso, agradeço pelo trabalho da MT PAR, que atuou com agilidade e desburocratizou ao máximo o processo”, destacou Ambrosini.

De acordo com Braga, a partir de agora, dentro dos próximos 60 dias, a empresa deve iniciar o processo burocrático junto à Caixa. “Acreditamos que em cerca de seis meses, já será possível dar início ao processo de seleção das famílias para o financiamento dos imóveis”, estima o coordenador, lembrando que, neste programa, serão atendidas as famílias com renda máxima de sete salários mínimos.

Por enquanto, complementa Braga, a orientação é preencher o pré-cadastro, disponível no site da Prefeitura, no link https://site.sorriso.mt.gov.br/habitacao.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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