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Prefeitura e Estado selam parceria de R$ 25 milhões para asfaltar Linha Norte

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Além de dinamizar a economia, a pavimentação das vicinais traz mais segurança e bem-estar às famílias do campo

O sonho de parar de “bater caixa” está cada dia mais perto de se tornar realidade para o produtor rural Hélio Gatto e os demais agricultores que têm a Linha Norte como “caminho da roça”. Na tarde de ontem (18), na capital do Estado, o prefeito Ari Lafin selou, junto ao governador Mauro Mendes, o convênio de quase R$ 25,5 milhões que vai permitir a pavimentação de um trecho de 18,18 quilômetros da Rodovia Municipal Linha Norte, entre a BR-163 e o Rio Celeste, na região de divisa com o município de Vera.

Pelo acordo, 50% dos recursos serão subsidiados pelo Governo do Estado e o restante dos custos fica a cargo da Prefeitura e dos produtores rurais ao longo do trecho, devidamente organizados em associação. “Vamos terminar o ano com mais de 3,5 mil quilômetros de rodovias asfaltadas em Mato Grosso”, informou o governador, destacando o empenho em seguir melhorando a logística em todo o Estado.

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De acordo com o prefeito, o trâmite burocrático deve ser vencido até março, e, a partir da próxima estiagem, as máquinas devem começar a transformar a paisagem no local, deixando a estrada de terra somente na memória. “Mais uma vez, a soma de esforços entre Prefeitura, Estado e produtores rurais vai garantir mais uma vicinal com asfalto em nosso Município, o que representa mais segurança, mais bem-estar aos nossos produtores, bem como a todos que trafegam neste trecho, subsidiando com toda a infraestrutura necessária nosso agronegócio, mola propulsora do nosso desenvolvimento”, reforçou Ari.

A assinatura do convênio foi testemunhada pela primeira-dama do Município, Jucélia Ferro, e pelo secretário de Infraestrutura e Logística do Estado (Sinfra), Marcelo de Oliveira. A solicitação inicial para a Linha Norte receber pavimentação foi feita em março de 2022, ainda sob o escopo do programa estadual Agroestrada, divulgado pelo Governo do Estado em agosto de 2021, que incentivava a construção de rodovias com plataforma de, no mínimo, 10 metros de largura e com cinco metros de pavimento (pista de rolamento).

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Confira também:

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/produtores-da-linha-norte-tambem-querem-aderir-ao-agroestrada-6231ffc31e1bf

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/asfalto-para-linha-norte-volta-ser-avaliado-com-produtores-rurais-6422f8b2444c7

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/linha-norte-ganha-ponte-de-concreto-62682452682bb

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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