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Novos agentes de combate a endemias iniciam treinamento prático

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E nossos novos agentes de combate a endemias foram para a prática. Ontem, 10 de maio, a aula prática foi em laboratório com olhos atentos e voltados para o microscópio, isso porque a tarefa do dia era identificar larvas do mosquito Aedes aegypti, o vetor da dengue. Já hoje, 11 de maio, o foco a atuação em pontos estratégicos; manuseio de bombas costais, visitas domiciliares, eliminação de criadouros e ações de bloqueio.

Todas as atividades integram o curso introdutório para os ACEs que teve início na segunda-feira, 8 de maio. Os 43 novos servidores do Município foram divididos em duas turmas para a formação. O primeiro grupo iniciou a capacitação na segunda-feira, 08 e segue até amanhã, 12 de maio. Já o segundo grupo fará a formação entre os dias 15 a 19 de maio.

No decorrer do curso os novos agentes estão trabalhando a biologia e ecologia do vetor Aedes aegypti; formas e medidas do controle; situação epidemiológica de Sorriso; atribuições do cargo; além do trabalho prático em laboratório; manuseio de bombas costais; detalhes da atuação em pontos estratégicos; atuação em residências e pontos comerciais; preenchimento de boletins e identificação de formas imaturas de insetos; dentre outros vários assuntos.

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O primeiro passo, contudo, foi conhecer a estrutura da rede de saúde do Município, ação realizada no início do curso. “Destacamos o funcionamento de toda a rede; quer seja atenção primária ou secundária; assistência farmacêutica e o trabalho como um todo do departamento de Vigilância”; explica a coordenadora de Vigilância em Saúde, Taynná Vacaro.

Taynná detalha que após a apresentação da rede municipal, quem assumiu a capacitação foi uma equipe do Escritório Regional de Saúde de Sinop que será responsável por todo o curso. “O cronograma proposto pela equipe do Escritório Regional foi elaborado para abranger pontos teóricos e também práticos; é uma formação bem minuciosa”, frisa.

Já a coordenadora do departamento de Educação em Saúde, Sílvia Gehring, ressalta que somente após formação teórica e prática os novos ACEs irão iniciar o trabalho nas ruas de Sorriso.

A formação para os ACEs também é uma das atividades que integra as ações da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (Cies) da Secretaria de Saúde e Saneamento (Semsas). A capacitação para os dois grupos conta com aulas das 7 às 11 horas pela manhã e das 13 às 17 horas à tarde com atividades teóricas e práticas.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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