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Equipe da Empaer apresenta balanço do trabalho desenvolvido em 2022

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Análise dos números contribui para o planejamento de novas ações

Agricultura familiar. O tema abriu a agenda do prefeito Ari Lafin nesta quarta-feira (31 de maio), com a apresentação do balanço do trabalho realizado em 2022 pela Empaer, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural.

A prestação de contas foi feita pelo engenheiro agrônomo Marcelo Resende, pela zootecnista Jessica Coutinho e pelo técnico agrícola José dos Reis. No ano passado, a unidade de Sorriso da Empaer respondeu por 1690 atendimentos e 350 visitas técnicas. Por meio de parceria com a Prefeitura, via Semasa, a instituição também realizou cinco Dias de Campo.

Para garantir a partilha de informações, os profissionais da Empaer também promoveram 19 reuniões, 9 palestras e 2 feiras, também em parceria com a Prefeitura.

Ari conferiu os números acompanhado pelos secretários de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar (Semasa) Marlon Zanella e Enivaldo Golmine (adjunto); e de Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Samatec), Marcelo Lincoln e Juliano Mezzalira (adjunto); e de Governo (Semgov), Hilton Polesello. O engenheiro agrônomo da Semasa, Bruno Maia, também participou da reunião.

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“O trabalho desenvolvido pela Empaer é muito importante e estes números hoje mostram que, quando há parceria, as iniciativas dão certo”, destacou o prefeito, pontuando a importância destas análises para o planejamento de ações. “Ter estes mapas de eficiência é fundamental para o estabelecimento de estratégias de atuação”, complementou.

“Estamos à disposição para continuar e, onde houver oportunidade, melhorar este trabalho, e aproveitamos para agradecer esta cooperação, já tradicional, com a Prefeitura de Sorriso”, afirmou Reis.

Ainda em 2022, por meio da Empaer, foram viabilizados 25 projetos de crédito rural, com um total de R$ 3.163.875,00 distribuídos a 36 agricultores. Titular da Semasa, Marlon Zanella apontou a necessidade de movimentar a cadeia produtiva da agricultura familiar por meio de incentivos à comercialização da produção. “Precisamos buscar novas formas de ampliar a presença destes produtos no mercado local”, reiterou.

Uma das chaves para destravar este processo é a regularização ambiental do Assentamento Jonas Pinheiro, um dos grandes celeiros da Agricultura Familiar, ao lado do Projeto Casulo e das chácaras que integram o Cinturão Verde sorrisense.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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