Sorriso

Em Sorriso, vereadores de Rondônia conhecem o potencial do agronegócio

Publicado em

Legisladores verificam que é possível equacionar “agricultura de larga escala + meio ambiente + agricultura familiar”

“Nosso município está passando agora pelo processo de chegada da agricultura e a população fica preocupada com esta mudança, pois atualmente, o gado sustenta nossa economia, mas o que vimos aqui está muito além das nossas expectativas”, comenta a vereadora de São Francisco do Guaporé (RO), Marluci Gabriel Barbosa. Junto à legisladora, outros três colegas vereadores também vieram conhecer a realidade da Capital Nacional do Agronegócio: Geferson dos Santos, Osias Alves dos Santos e Edson Crispin.

Os representantes do município com pouco mais de mais de 20 mil habitantes, quase na divisa com a Bolívia, destacaram a troca de experiências com Sorriso, onde foram recepcionados pelo vice-prefeito Gerson Bicego. “Foi de extrema importância conhecermos sobre o agronegócio, em especial a agricultura, e ficamos muito gratos pela recepção que estamos tendo aqui”, acrescentou Geferson.

Além de conhecer o “Sorriso em Números”, que traz o panorama econômico e social de Sorriso (e da microrregião de 14 municípios que compõem o Cidesa Alto Teles Pires), os rondonienses também fizeram um tour com o vice-prefeito por cartões postais de Sorriso, como o Parque Natural Claudino Francio, que está em obras, e o Horto Municipal Sebastião Almeida da Silva.

Leia Também:  Em Dia D, Sorriso somou quase mil imunizações contra a gripe

“É uma honra muito grande receber estes visitantes, poder mostrar a eles que um pouquinho do nosso Município, e reforçar que sim, é plenamente possível, aliás, é necessária, esta convivência integrada entre a agricultura em larga escala, a agricultura familiar e o cuidado com o meio ambiente”, destaca o vice-prefeito, confidenciando aos rondonienses que, antes de escolher Sorriso para dizer “é aqui que vou viver”, também passou por Rondônia junto com a família, que trabalhava em seringais.

“Depois de Rondônia, voltamos para o Sul e só então eu decidi migrar novamente, desta [e definitiva] vez para Sorriso”, complementou o vice-prefeito. Na agenda dos vereadores, que já passaram por Lucas do Rio Verde, também está uma visita a Sinop. Antes disso, no entanto, os edis devem conhecer o Assentamento Jonas Pinheiro e conferir o trabalho desenvolvimento pela Prefeitura de Sorriso junto à agricultura familiar.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

Published

on

Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

Leia Também:  Casa do Artesão recebe exposição de arte Fragmentos do Tempo

Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

Leia Também:  Shows nacionais e solidariedade marcaram a Exporriso 2024

Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA