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Vereadora reforça importância do enfrentamento ao capacitismo

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Ana Cláudia Fortes | Assessoria da vereadora Maysa Leão 
Mais de 600 pessoas participaram, na noite dessa segunda-feira (3), da palestra “Autismo de A a Z”, realizada no Instituto da Vila, em Tangará da Serra. O evento reuniu profissionais da educação, da saúde, familiares de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e membros da comunidade, em um grande encontro de aprendizado e sensibilização no enfrentamento ao capacitismo.
A vereadora Maysa Leão (Republicanos), de Cuiabá, e a médica pediatra e professora da UFMT Dra. Natasha Slhessarenko foram as palestrantes convidadas, levando ao público informações  sobre acolhimento, e práticas de inclusão.
Em sua fala, Maysa compartilhou sua trajetória como mãe atípica e destacou os desafios enfrentados pelas famílias atípicas.
“Quando o diagnóstico do meu filho entrou pela porta, o preconceito entrou junto. E a gente conheceu uma sociedade que, para quem não é família atípica, parece muito distante. Descobrimos que ainda temos um caminho muito longo a percorrer para ter uma sociedade verdadeiramente inclusiva”, afirmou a vereadora.
Maysa também reforçou a importância de compreender as necessidades específicas das pessoas com TEA e de reconhecer que inclusão não é favor, mas um direito.
“A pessoa autista enfrenta barreiras sensoriais e emocionais todos os dias. Por isso, levar informação para todos os espaços é o único caminho para enfrentar o capacitismo e a exclusão”, ressaltou.
O evento teve como objetivo compartilhar conhecimentos sobre a jornada do autismo, desde o diagnóstico, passando pela a inclusão escolar, pelo acesso a terapias e aos direitos das pessoas com deficiência. Para Maysa, esses espaços de diálogo são essenciais para transformar realidades.
“Toda vez que uma escola, uma empresa ou uma instituição se abre para entender o autismo, nós damos um passo à frente rumo a uma sociedade onde todos tenham lugar. Essa é a transformação que queremos ver acontecer”, completou.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Museu da Caixa D’Água Velha realiza oficina gratuita de móbiles pantaneiros para crianças

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Crianças de 5 a 12 anos participaram da segunda oficina vinculada à exposição Pantanal em Mim, da artista plástica Daielle Almeida, no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, no Centro Sul de Cuiabá. A atividade gratuita uniu arte, aprendizado e conscientização ambiental por meio da produção de móbiles inspirados no bioma pantaneiro.

Na oficina “Móbiles do Pantanal”, os participantes utilizaram cipós, folhas secas e outros elementos naturais retirados de forma cuidadosa do bioma. Segundo Daielle, a proposta foi permitir que as crianças tivessem contato direto com materiais da natureza e compreendessem, de maneira lúdica, a importância da preservação ambiental. A expectativa era atender entre 20 e 25 crianças.

Esta foi a segunda atividade infantil promovida como parte da exposição. Na primeira oficina, 25 crianças produziram peixes do Pantanal com argila, explorando livremente formas e ideias. A programação também contou com dois workshops realizados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), voltados a adolescentes e adultos e dedicados à relação entre arte, tecnologia e conscientização ambiental.

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“As oficinas são uma proposta lúdica e criativa para que as crianças tenham contato direto com o bioma do Pantanal e com recursos da natureza. Isso leva a mensagem de preservação e mostra que podemos criar de forma consciente, sem interferir no ambiente”, explicou Daielle, que nasceu em Cáceres e realiza no museu sua primeira exposição individual.

A secretária-adjunta municipal de Turismo, Elaine Silva Leite, destacou que as atividades ampliam o papel do museu como espaço de memória e conhecimento. “Nessa idade em que se constrói a memória, uma oficina como essa contribui para criar memórias afetivas, além de mostrar às crianças a importância do museu”, afirmou. Conforme a secretária-adjunta, o espaço recebe aproximadamente 5 mil visitantes por mês, incluindo estudantes de escolas do município.

Entre as famílias presentes estavam o educador físico Cauã Pedroso Reis e a secretária Melise Mendes, que levaram a filha Ayla Serena, de 5 anos. “O Pantanal é a nossa raiz. Ela já pode aprender sobre a cultura, os animais e a natureza”, relatou Melise. A professora Dulce Ferreira da Silva também acompanhou a prima Laisa Lorrayne Thomaz, de 7 anos, e ressaltou que a atividade ajuda a afastar as crianças das telas e favorece o contato prático com a arte e o meio ambiente.

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Inicialmente prevista para um período menor, a exposição Pantanal em Mim foi prorrogada até 31 de outubro. A artista informou que o cronograma deverá ser reorganizado para receber novas atividades e outro ambiente expositivo. O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha está localizado na Rua Comandante Costa, no Centro Sul de Cuiabá, e recebe visitantes também aos fins de semana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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