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Terreno sujo e poluição sonora lideram denúncias na Ordem Pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), realizou em janeiro de 2025 mais de 3 mil ações de fiscalização para o cumprimento da legislação municipal, incluindo a emissão de autos de infração, notificações, pareceres técnicos e vistorias em diversas áreas.

Em 31 dias, foram registradas 300 denúncias relacionadas a terrenos baldios pelo Disque-Denúncia (65) 3616-9614, que também funciona como WhatsApp. Destas, 20% das reclamações se referem a sujeira e 20% a criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Com um percentual de 25% das reclamações, o Disque-Silêncio, pelo contato (65) 99341-3000, recebeu mais de 150 denúncias de atividades sonoras ou geradoras de ruídos.

Os 10 bairros com maior número de denúncias são: Pedra 90, Dom Aquino, Boa Esperança, Centro Norte, Centro Sul, Areão, Tijucal, Nossa Senhora Aparecida, Jardim Universitário e Santa Cruz.
Ao todo, foram contabilizados 587 termos de vistoria comercial para regularização da atividade, 551 pareceres técnicos fiscais emitidos e 481 termos de notificação/autuação expedidos, reforçando a atuação rigorosa dos agentes públicos.

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Ainda no mês de janeiro, a fiscalização aplicou 298 autos de notificação preventiva para correção de irregularidades. A fiscalização ambiental registrou 409 termos de apreensão e depósito, além de expedir 52 termos de vistoria ambiental para proteção dos espaços naturais e urbanos.

As equipes de agentes de regulação e fiscalização emitiram 175 termos de vistoria de obras, 120 de publicidade e 227 de vistoria urbanística, garantindo que construções e anúncios estejam em conformidade com as normas vigentes.

Este mês as ações seguem intensificadas com a Operação “Fiscaliza e Cuida”, com a fiscalização de posturas urbanas e meio ambiente, visando a prevenção e o controle da proliferação de arboviroses e as operações “Paz Sonora” e “Decibéis” de combate à poluição sonora. Além disso, continuará o monitoramento da Operação Retomada, realizada na região Central (Beco do Candieiro), próximo ao Morro da Luz, no Calçadão da Galdino Pimentel e na região do Porto.

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada com a foto da notificação e do medidor de decibéis durante a fiscalização dos agentes da Secretaria Municipal de Ordem Pública.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Simininas aprendem Libras e violão em aulas que unem música e inclusão

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As meninas do Programa Siminina, da unidade Jardim Santa Isabel, em Cuiabá, estão aprendendo que a música também pode ser uma ferramenta inclusiva. Durante as aulas ministradas pela professora de música Maria Rosa de Andrade, carinhosamente conhecida como Tia Rosinha, as participantes têm contato com a Língua Brasileira de Sinais e com o violão.

Nas atividades de Libras, as meninas aprendem sinais usados em situações do dia a dia, como cumprimentar, agradecer e pedir licença. A aula também utiliza músicas infantis de forma lúdica como “O Caderno”, “Baleia” e “Patinho Colorido” para ensinar sinais, dentro da proposta de música-terapia.

Para Sophia Ester, aprender Libras é importante para ampliar a comunicação e a convivência com pessoas surdas. Ela conta que já teve contato com a língua durante um evento voltado à comunidade surda e que conseguiu se comunicar com participantes. Na aula do Siminina, ela já aprendeu sinais como “oi”, “com licença” e “obrigada”, além dos sinais dos animais.

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“Acho importante as pessoas também aprenderem Libras. Eu aprendi bater palmas assim”, disse Sophia, erguendo as duas mãos com as palmas voltadas para a frente ou para cima, agitando os dedos e movimentando os punhos levemente ao lado da cabeça.

Nas aulas de violão as meninas aprendem notas musicais e acordes, como dó maior e sol maior, além de exercícios para desenvolver a prática do instrumento, momento que é uma alusão a inclusão a todos os momentos.

Sonhando em seguir carreira, a aluna Milena Gabriela conta que começou como iniciante e, com o tempo, foi ganhando confiança para tocar. Segundo ela, hoje, já consegue executar uma música utilizando três notas no violão. “Eu tenho um sonho de ser cantora, tocar violão, viajar pelo país pelas minhas músicas. Quando eu fazer sucesso vou falar: Foi lá no Siminina que eu comecei”, contou.

Para a professora Tia Rosinha, as atividades utilizam a música como instrumento de aprendizagem e inclusão social. Segundo ela, as aulas trabalham canções da Música Popular Brasileira (MPB) e músicas infantis adaptadas para o aprendizado de Libras. “É muito gratificante mostrar para elas a grande importância da Libras e da inclusão. A música nos permite trabalhar a comunicação, a expressão e a convivência”, destacou a professora.

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O Programa Siminina, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, atende atualmente 1.402 meninas, entre 6 e 14 anos, em situação de vulnerabilidade, distribuídas em 18 unidades na capital. Além de aulas de canto e Libras, as meninas participam de aulas de balé, oficinas de matemática, práticas esportivas, rodas de conversa, palestras e apresentações, contribuindo para o desenvolvimento social, educacional e emocional de crianças e adolescentes no contraturno escolar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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