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Projeto “Cada Siminina, Uma Árvore” plantará mil mudas em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio do Núcleo da Primeira-Dama, lançou na quarta-feira (20) o projeto “Cada Siminina, Uma Árvore”, que prevê o plantio de 1.000 mudas, correspondentes às mil meninas atendidas pelo Siminina em Cuiabá. A ação inicial contou com a participação da primeira-dama e vereadora Samantha Iris e das 70 meninas atendidas no Siminina do Pascoal Ramos, com o plantio de espécies frutíferas e ornamentais, como acerola, pitanga e ipês de várias cores, no espaço do Siminina e também na área externa. Em tempos de clima seco, as próprias meninas ficarão responsáveis por regar as mudas para garantir sua sobrevivência.

O projeto nasceu visando levar a educação ambiental para dentro das salas do programa Siminina. “São mil meninas atendidas, com idades de 6 anos a 14 anos e 11 meses, e a meta é plantar mil árvores ao longo do ano, conectando cada uma delas a um gesto de cuidado com a natureza e valorização da educação ambiental. Aliado a isso, conseguimos trabalhar um pouco da importância de respeitar os processos da vida, apresentando simbolicamente a árvore como metáfora da existência”, frisou Samantha Iris.

A proposta instiga as crianças, desde pequenas, a refletirem sobre a analogia entre o crescimento das árvores e os processos da vida. Assim como uma árvore precisa ser regada, cuidada e acompanhada até florescer e dar frutos, a vida também exige paciência, dedicação e perseverança.

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“Muitas vezes, o resultado não aparece de imediato, mas surge com o tempo. É preciso respeitar os processos e cultivar boas ações, que mais tarde se transformam em frutos positivos. Essa vivência ajuda as meninas a compreender que o aprendizado vai além da sala de aula: é também uma lição para a vida”, explicou a primeira-dama.

Além disso, Cuiabá é uma cidade muito quente, e valorizar o meio ambiente e a arborização urbana é fundamental. Portanto, mais do que plantar árvores, a proposta é despertar consciência ambiental e trazer esse tema para o cotidiano das meninas.

O plantio das 1.000 mudas de árvores será desenvolvido nos 16 espaços do Siminina, conforme cronograma a ser estabelecido.

Também estiveram presentes a assistente social Franciele Joaworski, a gerente da regional Sul do Siminina, Gracineia Fernandes, a pedagoga Kelli Rocha e a coordenadora do Siminina do Pascoal Ramos, Ivete Carneiro, todas integrantes do programa.

Olhar pedagógico

A pedagoga Kelli Rocha atua no Siminina desde março deste ano e ressalta a experiência de trabalho com as meninas. Ela nunca havia trabalhado na área social e afirma estar vivendo uma experiência fantástica, na qual tem aprendido bastante com as diferentes histórias das meninas, ao mesmo tempo que compartilha seus conhecimentos.

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“Cada menina é um ser humano único, com sua própria história. É preciso ter um jeitinho especial com cada uma delas. E o mais bonito é que esse carinho é recíproco. O amor que elas têm pela gente também é transformador.”

Izadora Vitória de Souza Luz, 11 anos, mora no bairro Nova Esperança e começou este ano no Siminina do Pascoal Ramos, depois de ter aguardado algum tempo por uma vaga.

Apesar das diversas atividades disponibilizadas no projeto, como balé, canto, passeios diversos e suporte pedagógico — nível 1 (alfabetização) e nível 2 (já alfabetizadas) —, o que Izadora mais gosta são as aulas de canto e as tarefas em grupo. “Porque a gente se enturma e faz amizades. E no canto, melhora a harmonia e a voz, e eu amo cantar”, revelou.

Na oportunidade, a primeira-dama e vereadora Samantha Iris interagiu com as meninas e garantiu que voltará mais vezes para participar das atividades com a turma.

#PraCegoVer

A foto mostra a primeira-dama e várias meninas do projeto plantando uma muda de árvore frutífera.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Salas Acolher + Saúde fortalecem rede de proteção com atuação integrada em Cuiabá

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Mulheres em situação de violência contam com atendimento integrado e mais próximo de casa por meio das Salas Acolher + Saúde, estratégia da Prefeitura de Cuiabá que ampliou de dois para quatro os espaços destinados ao acolhimento. As salas funcionam em Unidades de Saúde da Família (USFs) e integram as ações das secretarias municipais de Saúde e da Mulher.

Atualmente, as Salas Acolher + Saúde estão instaladas nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. Nesses espaços, as mulheres recebem atendimento multiprofissional, de acordo com as necessidades apresentadas. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais.

De acordo com a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a integração entre as duas secretarias permite encaminhar as mulheres de acordo com as necessidades identificadas durante o atendimento. “As Salas Acolher + Saúde são uma estratégia da Prefeitura de Cuiabá para ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência. A Secretaria da Mulher trabalha integrada com a Secretaria de Saúde, de maneira que as mulheres que estejam em situação de violência tenham real atendimento dentro da Prefeitura de Cuiabá”, destacou.

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O fluxo entre os serviços das duas secretarias funciona nos dois sentidos. Mulheres atendidas nas unidades de saúde podem ser encaminhadas aos serviços da Secretaria da Mulher, enquanto aquelas que chegam primeiro à rede de proteção também podem ser direcionadas para atendimento na área da saúde.

A secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Thaís Silva de Brito Sobrinho, destaca que a ampliação dos espaços permitiu descentralizar o atendimento e aproximá-lo dos bairros. “Anteriormente nós tínhamos duas Salas Acolher + Saúde. Hoje nós temos quatro, ou seja, nós duplicamos para que essas mulheres tenham mais acesso e, principalmente, dentro do território, garantindo que cada regional de saúde tenha pelo menos uma sala”, afirmou.

Cinara também enfatizou que as Salas Acolher + Saúde funcionam como porta aberta. “Isso significa que a mulher não precisa morar na região onde está localizada a unidade para buscar atendimento. Ela pode procurar qualquer um dos quatro espaços e será acolhida pela equipe”, completou.

Com foco na descentralização do atendimento, a Prefeitura de Cuiabá substituiu as antigas Salas da Mulher das UPAs pelas Salas Acolher + Saúde, ampliando o acesso e fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Em casos de violência sexual ocorridos em até 72 horas, a orientação é procurar o Hospital Universitário Júlio Muller, onde funciona o Projeto Ipê.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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