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Prefeito e primeira-dama lamentam morte de Braulino Neithe Rodrigues

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama, Samantha Iris, lamentam o falecimento de Braulino Neithe Rodrigues, aos 86 anos, ocorrido nesta segunda-feira (31).

Braulino dedicou mais de cinco décadas à Igreja Evangélica Assembleia de Deus e teve participação na história e no fortalecimento do movimento assembleiano em Mato Grosso.

Ao longo de sua trajetória, contribuiu para a implantação e consolidação de igrejas em diferentes localidades e também participou de ações missionárias junto a comunidades indígenas do Estado.

Membro cooperador da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus de Mato Grosso (COMADEMAT), Braulino integrou a trajetória da instituição e, ao final da vida, ocupava a posição de presidente de honra, em reconhecimento aos anos de dedicação e serviço.

Neste momento de dor, o prefeito Abilio Brunini e a primeira-dama Samantha Iris se solidarizam com familiares, amigos, pastores, ministros e toda a comunidade cristã, desejando força e conforto para enfrentar a perda.

“Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento de despedida e receba Braulino em sua morada”, manifestam o prefeito e a primeira-dama.

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Despedida

O velório de Braulino Neithe Rodrigues será realizado nesta terça-feira (1º), das 6h às 16h, no Cemitério Recanto da Paz, em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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