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Demilson Nogueira destaca valorização de profissionais da educação infantil e enfermagem

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Andressa Sales – Assessoria vereador Demilson Nogueira 

Durante sessão da Câmara Municipal, o vereador Demilson Nogueira (PP) votou favorável às matérias que tratam da valorização de profissionais que atuam diretamente no cuidado com a população, especialmente na educação infantil, entre as PDIs e na enfermagem. 
Segundo o parlamentar, as propostas representam a correção de distorções que, por muito tempo, prejudicaram os trabalhadores.
“Nós acompanhamos toda a situação que havia, na qual se privilegiava empresa em detrimento dos profissionais que cuidavam das nossas crianças. Ganhava-se muito dinheiro para as empresas e se pagava muito mal às casas. Hoje, a Câmara Municipal está corrigindo essa situação”, afirmou o vereador.
Demilson também reconheceu o encaminhamento da matéria pelo Poder Executivo, destacando a importância da atuação conjunta entre os poderes para promover justiça e valorização profissional. 
“Naturalmente, com uma matéria que está vindo do Executivo, fica aqui o nosso reconhecimento”, pontuou.
Ao tratar das PDIs, o vereador fez questão de homenagear o colega Sargento Joelson (sem partido) ressaltando sua contribuição para o avanço do debate no Legislativo. 
“Foi a primeira vez que ouvi falar do tema aqui nesta Casa. Esse debate nasceu da vontade do vereador Joelson em promover, não apenas a mudança de nomenclatura, mas também o reconhecimento financeiro da categoria. Por isso, rendo aqui o meu voto como uma homenagem a sua luta nesta Casa”, declarou.
Sobre a enfermagem, Demilson falou de forma pessoal, destacando a dedicação dos profissionais da área e sua vivência durante a pandemia. 
O vereador ainda relembrou o período em que esteve internado com complicações pela covid-19, ressaltando a importância do trabalho da equipe de saúde. 
“Os cuidados médicos e o acompanhamento das enfermeiras foram fundamentais para que eu estivesse aqui hoje”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura recorre de decisão que suspendeu decreto sobre loteamentos em Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá entrou com recurso no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) com o objetivo de reverter a decisão liminar que suspendeu o decreto municipal que interrompeu temporariamente a análise e a aprovação de projetos de loteamentos com terrenos menores que 200 metros quadrados. O pedido foi protocolado nesta sexta-feira (10) e será analisado pelo Órgão Especial do tribunal.

A decisão que suspendeu o decreto foi tomada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo diretório estadual do MDB. Em decisão preliminar, a magistrada entendeu que o município criou novas regras para os loteamentos por meio de um decreto, quando isso dependeria de aprovação por lei.

No recurso, a Procuradoria Geral do Município afirma que a decisão foi baseada em uma interpretação divergente do decreto e pede que a liminar seja revogada. Segundo a Prefeitura, o texto não criou novas exigências para empreendedores, mas apenas interrompeu temporariamente a análise de determinados projetos até a conclusão da revisão da legislação urbanística da capital.

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Na fundamentação do recurso, a Procuradoria sustenta que “o ato, todavia, nada indefere e nenhum requisito novo impõe: seu art. 1º limita-se a suspender temporariamente a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de determinados projetos de parcelamento. As medidas de 200 m² e de 10 m operam como simples critério de delimitação do universo de processos sobrestados, e não como parâmetro urbanístico exigível dos administrados”.

Outro ponto contestado pela Prefeitura é o entendimento de que não existiria base legal para a edição do decreto. Conforme a Procuradoria, a medida está amparada em uma lei municipal que autoriza a administração pública a adotar providências preventivas em situações que possam trazer riscos ao interesse público.

A Prefeitura também defende que o decreto tem caráter temporário e preventivo e não altera a legislação em vigor nem cria novas regras para os loteamentos. “Não se trata de regulamento autônomo, mas de providência acauteladora fundada no poder geral de polícia urbanística: ato geral, de caráter técnico e subordinado aos parâmetros fixados na legislação vigente. Cuida-se de exercício típico do poder de polícia administrativa, e não de inovação normativa primária, o que afasta qualquer cogitação de usurpação da função legislativa”, argumenta a Procuradoria.

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O município afirma ainda que a norma não teve efeito retroativo, pois atingiu apenas projetos que ainda aguardavam análise, sem modificar aprovações já concedidas. A Procuradoria também sustenta que manter a suspensão do decreto pode provocar prejuízos maiores, já que permitiria a aprovação de novos loteamentos enquanto a revisão do Plano Diretor ainda está em andamento, criando impactos urbanísticos que seriam difíceis de reverter.

Com o recurso, a Prefeitura pede que a desembargadora reveja a própria decisão ou, caso isso não ocorra, que o caso seja levado ao Órgão Especial do TJMT para decidir se o decreto volta a produzir efeitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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