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Coral infantojuvenil auxilia na disciplina e processo de ensino-aprendizagem

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Estudantes da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof. Filogônio Corrêa, localizada no bairro Campo Velho, que integram o Coral Infantojuvenil ‘Canto da Gurizada’, realizaram nesta quarta-feira (31) mais um ensaio. Criado em julho do ano passado como um projeto piloto, o coral reúne 160 estudantes dos 4º e 5º Anos, na faixa etária de 09 a 10 anos de idade, de 11 unidades educacionais da rede pública municipal de ensino.

O projeto do coral infantojuvenil foi idealizado pela secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado, para promover atividades artístico-musicais, com ênfase na educação musical e formação de público.

A regente, professora Eliane de Castilho Lírio falou sobre o projeto. “A participação dos estudantes em atividades artístico-musicais desenvolve habilidades importantes para a formação integral do ser humano. A prática do canto coral é ofertada na rede pública municipal de Educação de forma extracurricular, visando a melhoria da disciplina, da aprendizagem e das relações interpessoais entre os estudantes”, explicou Eliane de Castilho Lírio.

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A diretora da EMEB Prof. Filogônio Correa, Inês Walker Ehrenbrienk, unidade com 15 estudantes no coral, disse que a música em si já proporciona felicidade e sentimento de união e, ao participarem do coral os estudantes melhoram em vários aspectos como cooperação, união e socialização. “A interação é importante, eles tem que prestar atenção na voz, no ritmo e no tom para que possam alcançar a harmonia do canto. Em função disso, os estudantes melhoraram no comportamento, na disciplina, na atenção e, por consequência, no pedagógico. Assim como os estudantes, as famílias estão maravilhadas e apoiam a iniciativa”, salientou.

Programação e repertório

Este ano, o coral retomou as atividades em maio e os coralistas já preparam o repertório para algumas apresentações já marcadas como a abertura do Seminário Integrador, evento da Educação que acontecerá em julho, e outros no segundo semestre.

O repertório é composto por canções da cultura popular regional, de compositores cuiabanos e mato-grossenses; músicas brasileiras de compositores renomados, assim como do cancioneiro folclórico brasileiro, além de música de cultura de outros países. Para o primeiro semestre, o repertório tem como tema o meio ambiente; com músicas sobre água, fauna e flora. As peças são, Passaredo (Chico Buarque), Alecrim dourado (domínio público), O pomar e a Gotinha (ambas de Paulo Tatit).

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Nos ensaios semanais nas unidades educacionais o grupo conta com a participação dos professores de Música da rede pública municipal de ensino. E nos ensaios gerais que acontecem duas vezes por semestre, os coralistas trabalham na finalização das canções.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça reconhece avanços da Prefeitura e mantém contas sem bloqueio de R$ 15 milhões

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A atuação da Procuradoria Geral do Município garantiu uma decisão favorável à Prefeitura de Cuiabá e evitou o bloqueio de R$ 15 milhões das contas municipais, medida que seria prejudicial ao planejamento e à execução das políticas públicas da administração. Em decisão proferida nesta terça-feira (4), pelo juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá, a Justiça reconheceu que o Município apresentou elementos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal e que, antes de qualquer medida de constrição de recursos públicos, é necessária a produção de novas provas.

“O Município sempre atuou com responsabilidade e transparência, demonstrando nos autos que vem cumprindo seu dever constitucional de promover a política pública de bem-estar animal, investindo na estruturação dos serviços, na manutenção do atendimento veterinário e na melhoria contínua das unidades. A decisão da Justiça prestigia esses esforços da administração municipal e reafirma que medidas tão severas quanto o bloqueio de recursos públicos exigem provas técnicas consistentes e respeito ao devido processo legal”, afirmou o procurador-geral do Município, Luiz Antônio.

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Ao analisar o pedido do Ministério Público, o magistrado observou que a própria vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril deste ano, registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

A Procuradoria também apresentou documentos comprovando o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento prestado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

Embora o Ministério Público tenha reiterado o pedido de bloqueio dos recursos, alegando descumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), o juiz entendeu que ainda existem controvérsias sobre os fatos mais recentes e que não há elementos técnicos suficientes para justificar, neste momento, a indisponibilidade dos R$ 15 milhões.

Na decisão, o magistrado destacou que eventual bloqueio de recursos públicos deve observar os princípios da proporcionalidade e da menor onerosidade, ressaltando que o pedido do Ministério Público foi apresentado de forma genérica, sem um plano detalhado sobre a destinação imediata do valor pretendido.

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Por isso, o juiz determinou que a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) encaminhem, em até dez dias, os relatórios, laudos, registros fotográficos e demais documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Já o Ministério Público terá prazo de 15 dias para apresentar um plano emergencial detalhando como os R$ 15 milhões seriam aplicados caso o bloqueio venha a ser autorizado futuramente, indicando prioridades, estimativas de custos e mecanismos de fiscalização da utilização dos recursos.

Ao final, o magistrado encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental para tentativa de conciliação entre as partes, buscando uma solução consensual para o cumprimento das obrigações previstas no TAC.

Com isso, o pedido de bloqueio das contas da Prefeitura permanece indeferido neste momento e somente poderá ser reavaliado após a conclusão da instrução probatória e a análise dos novos elementos técnicos determinados pela Justiça.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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