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Comitê de Governança se pauta por elaboração de políticas públicas eficientes

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A Prefeitura de Cuiabá, sob a gestão do prefeito Abilio Brunini, instituiu desde o dia 11 de junho o Comitê de Governança e Gestão Fiscal, pautado em nortear a execução das políticas públicas pelas secretarias municipais pelos princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O grupo de trabalho mantém reuniões semanais. Clique AQUI e confira a íntegra da portaria.

O Comitê de Governança e Gestão é presidido pelo prefeito Abilio Brunini. O vice-presidente é o secretário de governo, Ananias Filho. São membros o Procurador Geral do Município, Luiz Antônio de Araújo Júnior, o secretário chefe de gabinete, William Campos, o Controlador Geral do Município, Wesley Bucco, o Contador Geral do Município, Éder Galiciani, e pelos seguintes secretários municipais: Marcelo Bussiki (Economia), Nivaldo Carvalho (Planejamento), Murilo Bianchini (Assuntos Estratégicos).

“O prefeito Abilio Brunini instituiu no primeiro mês de mandato à comissão de renegociação de contratos. E, como continuidade de uma gestão, foi criado esse comitê de governança e gestão para que as licitações, adesões e planejamento estratégico das secretarias municipais e autarquias passem pelo crivo da comissão do qual o prefeito Abilio Brunini é o presidente. A ideia central disso é que o planejamento e a execução financeira fiquem ajustados ao norte que o prefeito tem para a gestão a partir do plano de governo apresentado à população. Em outras gentes, víamos em outros momentos cada secretário construindo a sua forma de gerir, com planejamentos fora das estratégias, culminando em políticas públicas ineficazes”, explica o secretário de Assuntos Estratégicos, Murilo Bianchini.

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De acordo com o decreto nº 11.045, são competências do Comitê de Governança e Gestão Fiscal deliberar sobre a realização de novas despesas de qualquer natureza que utilizem recursos oriundos de qualquer fonte de recurso, as quais somente terão continuidade após a deliberação do Comitê, inclusive nos casos de aditivos contratuais que impliquem em aumento de valores, exceto a hipótese de reajuste pelo índice de correção monetária.

Também é responsabilidade avaliar o comportamento das receitas e despesas públicas, estabelecendo metas de redução, redimensionamento ou redirecionamento de despesas; determinar medidas de contingenciamento, suspensão ou remanejamento de dotações, requisitar, de quaisquer órgãos ou entidades da administração direta ou indireta, relatórios, diagnósticos, informações e documentos necessários ao desempenho de suas funções, quando for o caso; e promover outras ações que tenham por objetivo atingir as finalidades estabelecidas neste decreto, inclusive sugerir a edição de normas e recomendações que visem regulamentar a execução orçamentária e financeira, necessárias para garantir o equilíbrio fiscal desejado.

#PraCegoVer

A foto ilustra os integrantes do Comitê de Governança e Gestão Fiscal reunidos numa sala. Todos estão sentados e discutindo ações em conjunto.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Secretária explica na Câmara ação em área pública e reforça: não houve desocupação de casas

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A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares, esteve na Câmara de Cuiabá nesta terça-feira (1º) para prestar esclarecimentos sobre a ação realizada em áreas públicas e de preservação permanente no município. O convite para que a gestora fosse ao Legislativo partiu do vereador Demilson Nogueira, que solicitou explicações sobre a operação e a situação das famílias que vivem na região.

Durante a fala na tribuna, Juliana foi solícita aos questionamentos dos vereadores e reforçou que a Prefeitura não realizou a desocupação de casas onde havia moradores. Segundo ela, a ação teve como foco a demolição de estruturas irregulares que estavam desabitadas, com o objetivo de impedir a ampliação das ocupações em áreas públicas consideradas ambientalmente sensíveis e com risco à população.

“É importante deixar claro que não houve desocupação de casas com moradores. O que foi realizado foi a demolição de estruturas que não estavam habitadas, justamente para impedir que novas ocupações irregulares avançassem sobre uma área pública, de preservação permanente e que apresenta situação de risco”, explicou Juliana.

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A secretária também destacou que a atuação do Município ocorre dentro de um procedimento acompanhado pelo Ministério Público de Mato Grosso. Em dezembro de 2025, a 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural determinou a adoção de medidas para assegurar a desocupação das áreas públicas invadidas e a proteção ambiental da região.

A situação também passou a ser tratada pelo Comitê Intersetorial de Gestão de Desocupações de Áreas Públicas (CIGDAP), responsável por coordenar ações em casos de maior complexidade. O comitê reúne diferentes áreas da administração para avaliar as medidas necessárias, incluindo aspectos ambientais, urbanísticos e sociais.

A Defesa Civil realizou vistoria no local e classificou a área como de grau de risco alto, considerando a presença de cursos d’água e nascentes, histórico de alagamentos, vulnerabilidade hidrológica e processos erosivos.

Juliana reforçou ainda que a Prefeitura adotou medidas para identificar a realidade das pessoas que vivem na região. A Secretaria de Assistência Social foi acionada para realizar levantamento socioeconômico dos ocupantes, garantindo que eventuais famílias em situação de vulnerabilidade sejam direcionadas para atendimento pelas políticas públicas municipais.

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“A orientação da gestão é que nenhuma família em situação de vulnerabilidade fique sem atendimento. A Prefeitura vai fazer o acolhimento e encaminhamento necessário pela área social. Ao mesmo tempo, precisamos cumprir nossa responsabilidade de proteger o patrimônio público, preservar as áreas ambientais e evitar que novas construções irregulares sejam feitas em locais de risco”, afirmou a secretária.

A Prefeitura também informou ao Ministério Público que ações anteriores já haviam resultado na demolição de edificações não ocupadas e no corte de ligações clandestinas de água e energia. A documentação registra ainda a reincidência de invasões e a retomada de construções após as intervenções, o que levou o Município a buscar uma atuação integrada por meio do CIGDAP.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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