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SUV’s e picapes a diesel têm maior depreciação no trimestre de 2023

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Segundo a Mobiauto, a Ford Ranger XLS chegou a perder R$ 50 mil do seu valor
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Segundo a Mobiauto, a Ford Ranger XLS chegou a perder R$ 50 mil do seu valor

Em meio às incertezas que rondam o mercado de veículos zero-quilômetro, é fato que o setor de usados tem sido o refúgio para suprir essa “carência” da frota circulante. Comparando o primeiro trimestre de 2022 com o mesmo período de 2023, na média de todo o mercado nacional, ao considerar seminovos 2020, 2021 e 2022, a depreciação neste período foi de 5,64%, segundo estudo da Mobiauto .

Em meio a esse cenário, dois tipos de modelos desidrataram acima da média, os SUVs e picapes a diesel usados , segmentos que vem perdendo participação de mercado por causa da alta do combustível. De acordo com a pesquisa da Mobiauto, a depreciação foi de 8,34% e 10,36%, respectivamente. Na comparação com as médias gerais (-7,42% e -7,58%), nota-se o quanto as unidades a diesel tiveram suas cotações derrubadas.

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Isso vai contra a premissa de que veículos a diesel sempre foram bons negócios, o que não é mais uma regra. Até o segmento das peruas que anda meio esquecido por conta dos SUV´s, teve uma retração menos preocupante: -5,41%. Já o dos hatches, um dos mais procurados, teve uma variação de – 4,70% no período trimestral entre 2022 e 2023.

“Tínhamos observado queixas frequentes de clientes que anunciavam em nossa plataforma e só vendiam seus veículos – picapes ou SUV´s a diesel – após aplicarem bons descontos. Como a Mobiauto possui gatilhos muito imediatos de dados vindos da área de atendimento ao cliente em favor do setor de estratégica, rapidamente fizemos a pesquisa para quantificar essas perdas. E elas foram bem significativas: quem adquiriu um Ford Ranger XLS 2022 um ano atrás, hoje tem uma picape que vale R$ 50 mil a menos ”, destaca Sant Clair Castro Jr, consultor automotivo e CEO da Mobiauto.

O SUV GLC 220d 2020 teve uma depreciação de 15% se comparado o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2022
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O SUV GLC 220d 2020 teve uma depreciação de 15% se comparado o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2022

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No total, o levantamento considerou cotações de 18 veículos de 12 marcas diferentes. Os cinco modelos que tiveram a maior desvalorização estão elencados na seguinte ordem.

Em primeiro está o Mercedes-Benz GLC 220d 2020 , que custava no primeiro trimestre de 2022 R$ 378.900 e nesse trimestre reduziu para R$ 319.120, uma depreciação de 15,78%. O segundo colocado é o Land Rover Discovery 2020 , com uma queda de 14,48% (R$ 517.497,95 ante R$ 605.135,72). Em seguida vem a Volkswagen Amarok 2020 , com -13,97% (R$ 166.289,47 contra R$ 193.301,79). Na quarta posição, está a Toyota Hilux Cabine Dupla 2022, com -13,50% (R$ 298.510,67 em relação aos R$ 345.116,36 de antes). Por fim, a que menos desvalorizou é a Ford Ranger Cabine Dupla 2022 , que teve uma redução de preço de -13,09% (R$ 242.375,76 ante R$ 210.653,12).

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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