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Quem revender carro comprado com desconto antes do prazo será punido

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Nem todo os descontos teriam que ser devolvidos
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Nem todo os descontos teriam que ser devolvidos

Comprar na baixa e vender na alta. Essa é a máxima de muitas operações no mercado financeiro, mas, no caso dos descontos dos carros oferecidos pelo governo, não funciona assim. É o que diz o inciso 2, artigo 11, da Medida Provisória 1.175, de 5 de junho de 2023.

“Na operação de revenda de veículo sustentável antes de transcorrido o período de seis meses da data da aquisição junto à montadora ou à concessionária, deverá ser efetuado o recolhimento do desconto patrocinado concedido”.

Como o valor já é registrado na nota fiscal de qualquer veículo vendido com o incentivo, o interessado na manobra será punido.

E quanto aos demais descontos de concessionárias ou fabricantes? Ainda não há disposição legal específica quanto aos demais incentivos diretos oferecidos pela rede ou construtor.

Vamos pegar como exemplo o Fiat Mobi , subcompacto que é um dos dois carros mais baratos do Brasil junto com o Renault Kwid .

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O pequeno hatch é anunciado por R$ 58.990, valor que inclui o desconto de R$ 8 mil do governo e R$ 2 mil extras oferecidos pela Fiat . Em uma conta simples – sem levar em consideração dados como desvalorização e perda na revenda -, você teria que devolver “apenas” esses R$ 8 mil, o que daria R$ 60.990.

O próprio artigo 17 da medida provisória diz: “Além do desconto patrocinado de que trata esta Medida Provisória, a montadora poderá estabelecer desconto adicional especificado no ato da venda, que não será contabilizado para apuração de crédito presumido de que trata o art. 15”.

Mesmo assim, alguns compradores podem ser tentados a apostar na compra com desconto para poder lucrar com a revenda no futuro. No entanto, ig Carros conversou com especialistas para saber se vale a pena ou não fazer isso. Confira aqui neste artigo .

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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