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Jeep Commander ganha versão R$ 16 mil mais barata

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Apesar de ser mais em conta, versão Longitude não demonstra isso visualmente
Divulgação/Jeep

Apesar de ser mais em conta, versão Longitude não demonstra isso visualmente

A Stellantis já mostrou que não se importa em ofertar preços competitivos entre suas marcas, e agora, a briga é até entre os próprios modelos da mesma marca.

Com o lançamento da versão Longitude do Commander, o maior SUV da Jeep no Brasil, está mais em conta do que o Jeep Compass Série S , como motor turboflex. Por R$ 229.990 o cliente leva para casa a nova versão do Commander. Para efeito de comparação, o configurador da marca exibe a versão Série S do Compass com o preço de R$ 233.790 , ou seja, R$ 3.800 mais caro .

Para ficar mais barato, o Commander Longitude perdeu alguns itens de auxílio à condução como: aviso de mudança de faixa, comutação automática de faróis e detector de fadiga. Itens de conforto e segurança como carregador de smartphone por indução e o airbag de joelho para o motorista também foram retirados.

Revestimento interior segue sendo em couro, assim como na versão Limited
Divulgação/Jeep

Revestimento interior segue sendo em couro, assim como na versão Limited

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A lista de equipamentos segue bastante recheada com o painel de instrumentos digital de 10,25 polegadas e central multimídia sensível ao toque de 10,1”, com espelhamento com Apple CarPlay e AndroidAuto sem fio. O veículo conta ainda com portas USB nas três fileiras de assentos, rebatimento automático dos retrovisores e ar-condicionado de duas zonas.

A segurança fica a cargo dos seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina), controles de tração e estabilidade e câmera de ré traseira.

Visualmente, a versão Longitude se destaca pela ausência da identificação no porta-malas e também pelas rodas, que apesar de serem de 18 polegadas, perde a pintura preta e o acabamento diamantado da versão Limited. O motor é o já conhecido T270 (1.3 turbo) de 185 cv no etanol e 180 na gasolina e 27,5 kgfm de torque a 1.750 giros, independente do combustível. O câmbio é automático de seis velocidades e a tração é somente dianteira.

Cores metálicas e perolizadas contarão com teto em cor contrastante
Divulgação/Jeep

Cores metálicas e perolizadas contarão com teto em cor contrastante

Segundo a Jeep, a versão Longitude traz o mesmo pacote de três anos de garantia e revisões a cada 12 mil quilômetros ou 12 meses. O modelo está disponível nas cores: Preto Carbon (sólida), Prata Billet Bicolor e Cinza Granite (metálicas) e Branco Polar Bicolor (perolizada).

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Confira os valores de cada versão do novo Jeep Commander : Jeep Commander Longitude Turbo Flex AT6: R$ 229.990 Jeep Commander Limited Turbo Flex AT6: R$ 246.790 Jeep Commander Overland Turbo Flex AT6: R$ 273.590 Jeep Commander Limited Turbo Diesel 4×4 AT9: R$ 294.590 Jeep Commander Overland Turbo Diesel 4×4 AT9: R$ 319.590

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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