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Dúvida técnica: quanto tempo dura uma bateria de um carro elétrico?

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Segundo o especialista da Tupinambá, é possível recorrer ao mercado de peças usadas com procedência para reparação da bateria
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Segundo o especialista da Tupinambá, é possível recorrer ao mercado de peças usadas com procedência para reparação da bateria

Hoje, apesar das fabricantes darem a garantia de oito anos ou de 150 mil a 160 mil km, a longevidade das baterias é muito maior, em torno de 15 a 20 anos. Segundo o corporate affairs (Assuntos Corporativos) da Tupinambá Energia, Clemente Gauer , já tem alguns veículos como os primeiros Tesla Model S , o Mitsubishi i-MiEV – inclusive com uma unidade no Brasil – com praticamente 13 anos sem problemas. Então, podemos entender que, na pior das circunstâncias, como um acidente leve, por exemplo, todas as baterias dos elétricos à venda no Brasil podem ser reparadas substituindo só o módulo de células , preservando o pacote inteiro delas.

Como a de um celular, a bateria de um carro também perde força , mas essa força é diferente, pois ela tem um sistema de controle de recarga que nunca usa 100% de sua capacidade . Geralmente, se reserva algum percentual para atenuar a degradação da bateria. Nesse sentido, não percebemos, por exemplo, a falta de torque ou potência quando a carga está para acabar. Só para exemplificar melhor, com um ciclo de carga, roda-se entre 300 e 600 km e, dificilmente, alguém vai carregar com a mesma intensidade que a de um smartphone, onde se costuma recarregar diariamente um ciclo total.

Ainda de acordo com Gauer, enquanto 300 ciclos em um celular são, aproximadamente, um ano de uso, 300 ciclos de carga em um carro, são de 90 a 180 mil km rodados conforme o modelo. Nos carros, as baterias possuem uma vida estimada em mais de 1.000 ciclos de descarga e recarga , ou seja, são construídas para superarem a vida do veículo.

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Falando em custos, caso tenha de trocar todo o pacote de baterias, o valor é de 50% do valor do carro (fora da garantia), mas o mais comum é o reparo, como mencionado. O orçamento é similar ao de um veículo a combustão, entre R$ 5 mil e R$ 25 mil . Também é possível recorrer ao mercado de peças usadas com procedência para efetuar a reparação.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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