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Acidentes: picapes médias colocam os passageiros traseiros em risco

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Ranger é um dos poucos modelos de picapes médias vendidas no Brasil e nos Estados Unidos
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Ranger é um dos poucos modelos de picapes médias vendidas no Brasil e nos Estados Unidos

Os bancos traseiros de picapes não são o lugar mais confortável do mundo para se fazer uma viagem, e, segundo o relatório apresentado pelo Instituto de segurança em rodovias dos Estados Unidos (IIHS), também não é o mais seguro.

Todos os modelos testados foram do ano/modelo 2022, portanto, somente o Jeep Gladiator e a Ford Ranger possuem as mesmas versões no Brasil, já que Chevrolet Colorado e Toyota Tacoma não são vendidas por aqui, enquanto a Nissan Frontier testada era um modelo que não é oferecido no nosso mercado.

No geral, as picapes apresentaram um bom desempenho na segurança para o condutor e bons resultados em resistência estrutural da cabine, mas a proteção para cabeça, pescoço e peitoral só tiveram resultados bons na Frontier .

A Ranger, apesar de ser ainda o modelo antigo, apresentou segurança geral e para o corpo dos ocupantes classificada como “marginal”.

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A Chevrolet Colorado apresentou proteção considerada pobre no geral, apesar de garantir bons índices de segurança ao motorista. A segurança para a cabeça, pescoço e tronco dos passageiros traseiros foi classificada como marginal.

O Jeep Gladiator , oferecido no Brasil, recebeu avaliação “aceitável” para proteger impactos contra as pernas e pés do condutor, enquanto para o ocupante traseiro, a proteção ao tronco do passageiro foi considerada como pobre, assim como na Tacoma . A representante da Toyota ficou devendo ainda na proteção de cabeça e pescoço para os ocupantes traseiros.

De acordo com o IIHS , o boneco utilizado nos bancos traseiros possui tamanho similar ao de uma criança de 12 anos de idade e que, apesar do risco de lesão fatal ainda ser alto na traseira, o melhor local para crianças segue sendo no banco traseiro, já que os airbags dianteiros podem causar lesões.

Segundo David Harkey, Presidente do IIHS, o teste se mostrou “desafiador” para as picapes, visto que a cabeça do ocupante traseiro esteve “perigosamente perto” do encosto do banco dianteiro, o que aumenta os riscos de lesão no pescoço.

Geração da Ford Ranger que se despede do mercado foi avaliada em 2019
Divulgação/Latin NCAP

Geração da Ford Ranger que se despede do mercado foi avaliada em 2019

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A solução para melhorar a segurança das picapes, na opinião de Harkey, passa por melhorar o cinto de segurança traseiro.

Para o mercado sul-americano, os testes de segurança são realizados pelo Latin NCAP . Em dezembro de 2019, o órgão avaliou a Ford Ranger e deu quatro de cinco estrelas à proteção tanto para adultos quanto crianças na picape.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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