Segundo a prefeitura, carros com placas 3 e 4 poderão circular pelo centro expandido da capital durante todo o dia. Entretanto, o rodízio continuará valendo para caminhões e a faixa de ônibus não poderá ser utilizada pelos veículos.
“Continuam valendo normalmente o rodízio de placas para veículos pesados (caminhões) e as demais restrições: Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC) e a Zona de Máxima Restrição ao Fretamento (ZMRF); e as proibições de circulação de veículos nas faixas e corredores de ônibus, conforme a sinalização”, disse a prefeitura, em nota.
Os funcionários do Metrô e da CPTM planejam entrar em greve nesta terça em protesto ao plano de privatizações do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). Eles afirmam que a possível concessão dos serviços públicos poderá piorar o atendimento à população.
No Metrô, o impacto será sobre as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata. Já as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM também deverão ser afetadas.
O Sindicato dos Metroviários agendou uma assembleia para esta segunda-feira (2) para decidir sobre a adesão à greve. Além do Metrô e da CPTM, funcionários da Sabesp também planejam paralisar os serviços nesta terça-feira.
Ponto facultativo
O governo de São Paulo e a prefeitura anunciaram o ponto facultativo em todos os serviços públicos estaduais e municipais nesta terça. Segundo o Palácio dos Bandeirantes, a medida visa reduzir os prejuízos à população.
“Os serviços de segurança pública não serão afetados. Assim como os restaurantes e postos móveis do Bom Prato, que vão continuar a oferecer normalmente as refeições previstas para terça. As consultas em Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs) terão seus reagendamentos garantidos, assim como nos postos do Poupatempo. Aulas e provas da rede estadual de ensino também serão repostas e reagendadas”, diz trecho do comunicado.
A Justiça determinou que o Metrô e a CPTM operem com a capacidade máxima durante os horários de pico. O Tribunal de Justiça ainda proibiu a campanha de catracas livres nas estações, por receio de acidentes e possíveis tumultos. O Sindicato dos Metroviários, porém, prometeu recorrer da decisão.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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