Dados da UFG apontam que alunos ricos são a minoria
O MPF (Ministério Público Federal) pediu à Justiça que condene a Enel a indenizar clientes pelo vazamento de dados pessoais, que teria ocorrido em 2020.
O pedido é para que a concessionária de energia elétrica pague uma indenização de R$ 30 mil a cada um dos mais de 4 milhões de clientes afetados. Um valor mínimo de R$ 500 milhões por danos morais coletivos também é exigido na ação, realizada em conjunto com o Instituto Brasileiro de Defesa da Proteção de Dados Pessoais, Compliance e Segurança da Informação.
Entenda o caso
A Enel admitiu em 2020 estar ciente da exposição pública de dados que ocorreu. Na época, a empresa explicou que cerca de 4% da base de clientes, todos do município de Osasco, poderiam ter sido prejudicados. De acordo com o MPF, essa informação foi publicada no site da empresa e depois apagada.
Segundo o MPF, a Enel não tomou providências para remover os dados vazados da internet. ”Além de agir sem transparência e deixar os clientes desassistidos, a empresa vem descumprindo seu dever de fiscalizar, identificar e solucionar eventuais falhas de segurança.”
O órgão demanda que a Enel adote medidas mais severas de segurança digital. Além disso, que crie um canal pelo qual os consumidores possam consultar em um banco de dados a situação de suas informações pessoais, que incluem nome, documentação, data de nascimento, endereço, números de telefone, dados bancários e instalação elétrica.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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