A médica Sílvia Constantino Franco, mãe de três crianças filhas do atual namorado de Suzane von Richthofen , disse nesta quarta-feira (27) que vai pedir a guarda das filhas. Durante o programa Encontro, da TV Globo, ela declarou que não consegue falar com as meninas.
Atualmente, as crianças moram com o pai em Bragança Paulista, no Vale do Paraíba.
“Não tenho confiança em deixar [minhas filhas] lá em Bragança. [Quero] preservar o anonimato das minhas filhas. Depois da integridade física delas, o anonimato é fundamental”, disse.
GENTE? Ex mulher do atual marido de Suzane von Richthofen está no ‘Encontro’ falando sobre como ela está diante de toda essa situação. pic.twitter.com/8TiWHjD6mG
A Justiça já havia indeferido o pedido de guarda em liminar em setembro.
De acordo com a decisão, “não há elementos que assegurem que o exercício da guarda, pela mãe, se revela a medida que melhor atende aos interesses das meninas” e que “não está comprovado que as meninas sofrem risco advindo da convivência com a madrasta Suzane von Richthofen”.
A Justiça entende ser necessária a realização de uma avaliação psicossocial que averígue a integridade física e psíquica das crianças.
Silvia diz que só conseguiu falar com uma das filhas uma vez após o início do namoro entre o também médico Felipe Zecchini Muniz, de 40 anos, com Suzane von Richthofen.
Ela afirma ainda que só soube do relacionamento porque foi informada por meio de mensagens de moradores de Bragança Paulista. “Me mandaram mensagens pela internet, fotos. De início não acreditei, achei que fossem montagens. Coincidiu de eu conseguir falar com a minha filha e ela confirmou para mim a história”, afirmou.
A relação estável de cerca de dez anos terminou de forma conturbada e Silvia, na épica, deixou a guarda para o pai.
Suzane von Richthofen estava presa desde 2002 por matar os pais, mas foi solta em 11 de janeiro deste ano após a Justiça conceder a progressão para o regime aberto. Ela cumpria pena há 20 anos e estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo.
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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