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CPMI ouve fotógrafo que fez cobertura do 8 de janeiro nesta terça (15)

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Diversos objetos foram quebrados durante invasão ao Congresso Nacional
Jefferson Rudy/Agência Senado

Diversos objetos foram quebrados durante invasão ao Congresso Nacional

Nesta terça-feira (15), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro ouve o fotógrafo Adriano Machado, da agência de notícias Reuters , que trabalhou na cobertura da invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília. A oitiva começa a partir das 9h.

A convocação de Machado foi feita por parlamentares da comissão que fazem parte da oposição do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o fotógrafo teria sido filmado confraternizando com os manifestantes.

O depoimento foi pedido em nove requerimentos aprovados pela CPMI. Entre os autores estão os senadores Izalci Lucas (PSDB-DF), Marcos do Val (Podemos-ES), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES).

Eduardo Girão disse que o fotógrafo foi registrado nas imagens que foram divulgadas pela CNN Brasil, em abril deste ano, “em companhia de manifestantes fazendo fotos flagrantemente planejadas e coreografadas, no interior do Palácio do Planalto”.

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Em requerimento, o senador afirmou que, pela gravação, ele demonstrou “familiaridade com aqueles que se encontravam no ambiente, além de estar protegido por aqueles que o acompanhavam, como se tudo estivesse combinado”.

Parlamentares do governo e membros da imprensa, no entanto, discordaram da convocação de Machado para depôr à CPMI. No início do mês, Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) publicaram um texto repudiando a decisão de chamá-lo para uma oitiva.

“A convocação deve ser entendida como uma tentativa de intimidar e constranger não apenas Machado, mas também todos os demais repórteres — fotográficos ou não — que deveriam receber dos políticos e governantes garantias para o pleno exercício profissional”, afirmaram a ABI e Fenaj em nota conjunta.

No texto, também disseram que os parlamentares “ignoram que Machado foi intimidado e ameaçado pelos terroristas” que participaram dos ataques.

Fonte: Nacional

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Operação na Maré, no Rio, combate lavagem de dinheiro do tráfico

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Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.

É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.

Empreendimentos

Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.

Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.

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Fonte: EBC GERAL

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